Volta das Praias
Mesmo
com 13 elementos a coisa foi correndo dentro do melhor,
pois todo o caminho foi calmo e rolante, tirando alguns
furos, ninguêm se atirou para o chão, e claro
que gastronómicamente falando a coisa lá se
compôs na zona de Colares quando uma pereira atravessava
a estrada, e não é tarde nem é cedo,
os lateirões aviaram-se na dita. Para não
falar na nogueira que também teve um destino idêntico.
Claro que se impunha a foto de familia para comprovar o
feito, valendo-nos um ilustre desconhecido que por sinal
até é Bicicletista do Algueirão. Depois
de trincar os restos da colheita e repor energias, lá
nos fizemos aos caminhos ao longo da costa com a primeira
subida para se sair da Praia Grande e um bocado de areia
a marcar a descida até à Praia das Maçãs
e claro as primeiras
reclamações.
Parámos para repor águas junto à mágnifica
escola primária nas Azenhas do Mar e claro trincar
mais qualquer coisinha. Mais uma subida para se sair das
Azenhas do Mar a justificar o reabastecimento de àgua
e as primeiras pernitas a mostrarem sinais de desgaste.
Chegados ao alto retomámos os trilhos junto da falésia
que fizeram as delícias dos pedalantes. Aqui aconselho
muito cuidado,
pois
tem-se tendência a prestar mais atenção
à paisagem que ao trilho, o que pode não ser
nada saudável para o esqueleto. Com a Ericeira e
a Praia do Magoito na frente passámos a Praia da
Aguda e quase junto da Praia do Magoito lá tiramos
mais um boneco para a posteridade, agora com a ajuda de
um caminhante que por ali oportunamente passava. Até
aqui tudo bem, mas tivemos que
fazer uma grande subida deixando a Costa pelas costas que
mais uma vez levaram as pernitas a acusaram a subida, mas
nada irrecuperável com uma boa pausa, reposição
de liquidos e umas trincas no lanche com o mar no horizonte.