Penedo
Lexim
Até Covões a coisa foi calma, fez-se a travessia
de bicicleta à mão na quinta já perto
de Montelavar e depois das primeiras lamas onde até
eu sujei os sapatos
(ao que isto já chegou) vai de se fazer o trilho
que sobe ao lado do IC30 em direcção ao Murganhal.
Aqui primeiro incidente com uma corrente partida que se
resolveu com a brevidade do costume. Retomado caminho inventou-se
mais uns acarta bicicletas para no Murganhal com mais um
sobe e desce num caminhos bem bonitos de onde se vê
todo o vale da Cabrela. Atravessou-se a estrada para Rebanque
para a primeira grande descida ao vale antes da subida ao
Penedo e claro da travessia da ribeira.
A travessia fez-se a gosto, uns directo e sem medos águas
fora, outros mais no saltitar de pedra em pedra e até
quem preferisse uma mistura dos dois com direito a salvamento.
Chegados à outra margem estava na hora de vencer
o desnível entre os 60 e os 220 metros para chegar
ao nosso destino. Um furo e uma picada de abelha (que até
deu direito a uma “pequena cirurgia” de alicate
para tira o ferrão) depois chegámos ao alto
do penedo. Maravilha, esticou o pessoal todo ao sol à
laia de lagartos felizes da vida aproveitando bem o momento
e estranhamente sem grande pressa de fazer a grande descida
novamente até à ribeira. 
visita
cultural às formações rochosas que
caracterizam o local. Largámo-nos penedo abaixo no
meio de um verde salpicado de florezinhas roxas que até
dava gosto e fazia esquecer os pedregulhos que se escondiam
debaixo das ervas.
chegou-se novamente ao vale para nova travessia da ribeira
já perto de Peras Pardas. Novo saltitar de pedra
em pedra e estava tudo do outro lado. Agora uma invenção
para tentar um caminho que tínhamos vista antes e
não nos arrependemos, além de ser uma subida
mais suave
até
perto de Anços,
Penedo Lexim
continuando
caminho e com o sol a mostrar que vinha para ficar, parou-se
já junto da Pedra Furada para aliviar a roupa e para
a primeira olhadela ao tal de Penado Lexim.
Magnífico, parece um terraço no alto do monte
e todos trataram de trepara a tudo o que era pedra e tirar
bonecos em todas as direcções. Estava na hora
do boneco da geral que em contra luz ficou com o se vê.
Desceu-se
novamente até junto das máquinas para então
tratar do lanche. Ainda se mirou bem este afloramento com
os seus característicos prismas de secção
hexagonal (agora um bocadinho de cultura – “conhecido
como disjunção prismática ou colunar”).
serviço
até tinha umas passagens aquáticas.
Como
já se fazia tarde alguns atalharam via Coutim Afonso
para o Algueirão, seguindo os restantes para Campo
Raso. Aqui numa tentativa de encontra a passagem junto de
mais uma ETAR, acabei por me enfiar com a malta em mais
um terreno meio lavrado que mesmo sendo plano, acabou por
se mostrar ao nível de muitas subidas (nem sempre
se pode acertar). Mais umas pedaladelas e atravessou-se
Campo Raso para a subida final até à Cavaleira
onde fomos contemplados como mais uma aromas da ETAR local
(muito cheiro a Me%#$ nesta volta). Despedidas feitas mesmo
em cima das 13h00 com mais ~35Kms de pedalação
feitos.