Conversando e pedalando, chegou-se rapidamente às vacarias para o primeiro contacto com os trilhos mais aguados e enlameados. Nada que os seguidores do “Dailhélama” não estejam já habituados :-)
Depois de breve paragem para mirar este recanto de Sintra, seguimos por Anços descendo depois até Peras Pardas. Nesta descida alguns largaram os travões cá no alto (atingiram mais de 60km/h) e para travar deixaram os discos ao rubro sentindo-se o característico cheiro a travões.
Fomos chegando ao alto de boca bem aberta e língua de fora com o trepador de serviço na dianteira a mostrar como se trepa monte acima.
A subida por Almorquim até ao Feião também se mostrou coisa valente com nova subida dos 45m para os 210m em pouco mais de 2.7kms a requerer uma breve paragem já no alto para reagrupar e trincar o que sobrou do lanche.Trilhos disponíveis no final da página.
Penedo
Lexim
Até Covões a coisa foi calma, fez-se a travessia
de bicicleta à mão na quinta já perto
de Montelavar e depois das primeiras lamas onde até
eu sujei os sapatos
(ao que isto já chegou) vai de se fazer o trilho
que sobe ao lado do IC30 em direcção ao Murganhal.
Aqui primeiro incidente com uma corrente partida que se
resolveu com a brevidade do costume. Retomado caminho inventou-se
mais uns acarta bicicletas para no Murganhal com mais um
sobe e desce num caminhos bem bonitos de onde se vê
todo o vale da Cabrela. Atravessou-se a estrada para Rebanque
para a primeira grande descida ao vale antes da subida ao
Penedo e claro da travessia da ribeira.
A travessia fez-se a gosto, uns directo e sem medos águas
fora, outros mais no saltitar de pedra em pedra e até
quem preferisse uma mistura dos dois com direito a salvamento.
Chegados à outra margem estava na hora de vencer
o desnível entre os 60 e os 220 metros para chegar
ao nosso destino. Um furo e uma picada de abelha (que até
deu direito a uma “pequena cirurgia” de alicate
para tira o ferrão) depois chegámos ao alto
do penedo. Maravilha, esticou o pessoal todo ao sol à
laia de lagartos felizes da vida aproveitando bem o momento
e estranhamente sem grande pressa de fazer a grande descida
novamente até à ribeira. 
visita
cultural às formações rochosas que
caracterizam o local. Largámo-nos penedo abaixo no
meio de um verde salpicado de florezinhas roxas que até
dava gosto e fazia esquecer os pedregulhos que se escondiam
debaixo das ervas.
chegou-se novamente ao vale para nova travessia da ribeira
já perto de Peras Pardas. Novo saltitar de pedra
em pedra e estava tudo do outro lado. Agora uma invenção
para tentar um caminho que tínhamos vista antes e
não nos arrependemos, além de ser uma subida
mais suave
até
perto de Anços,
Trilhos disponíveis no final da página.
Penedo Lexim
continuando
caminho e com o sol a mostrar que vinha para ficar, parou-se
já junto da Pedra Furada para aliviar a roupa e para
a primeira olhadela ao tal de Penado Lexim.
Magnífico, parece um terraço no alto do monte
e todos trataram de trepara a tudo o que era pedra e tirar
bonecos em todas as direcções. Estava na hora
do boneco da geral que em contra luz ficou com o se vê.
Desceu-se
novamente até junto das máquinas para então
tratar do lanche. Ainda se mirou bem este afloramento com
os seus característicos prismas de secção
hexagonal (agora um bocadinho de cultura – “conhecido
como disjunção prismática ou colunar”).
serviço
até tinha umas passagens aquáticas.
Como
já se fazia tarde alguns atalharam via Coutim Afonso
para o Algueirão, seguindo os restantes para Campo
Raso. Aqui numa tentativa de encontra a passagem junto de
mais uma ETAR, acabei por me enfiar com a malta em mais
um terreno meio lavrado que mesmo sendo plano, acabou por
se mostrar ao nível de muitas subidas (nem sempre
se pode acertar). Mais umas pedaladelas e atravessou-se
Campo Raso para a subida final até à Cavaleira
onde fomos contemplados como mais uma aromas da ETAR local
(muito cheiro a Me%#$ nesta volta). Despedidas feitas mesmo
em cima das 13h00 com mais ~35Kms de pedalação
feitos.