dirigindo
ao nosso objectivo com umas variações aqui e ali para animar
bem como umas pequenas incursões pelas lamas (acho que é magnetismo).
Lá fomos indo por montes e vales, ou melhor por caminhos até
bem planos (que estranho…) até S. João das Lampas. Com
tanta planura, nada como a calçada romana monte abaixo até
à Catrivana que encheu a barriguinha de descidas a muita gente. Reagrupados
junto da ponte da mesma época, entrou-se no lugarejo.
caminho
mais complicado possível que isto não é só andar
na biclas, as desgraçadas também merecem um colinho. Chegados
ao alto com os bofes de fora e a chuva que afinal não começava
só ao meio dia a mostrar que vinha para ficar, tratou-se de dar ao
pedal qual corrida de regresso ao Algueirão. A chuva foi aumentado
e na nossa pedalada também. Com muito alcatrão no regresso
e chuva para dar e vender chegou-se pouco depois das 12h00 com ~40Kms pedalados
em grande ritmo e uma promessa de para a semana há mais.
Praia da Samarra 2
Desceu-se
direitos a Sacotes, para se ter o primeiro contacto com as lamas que para
alguns mais pareceu “full” contacto. Sempre em grande pedalação
e com umas lamas aqui outras ali, passou-se o Rall e Alpolentim para uma
breve paragem para vestir a capa em S. João da Lampas.
Vestida
a capa, lá se garantiu que a chuva não iria cair e umas centenas
de metros mais à frente fez-se a pausa para a trinca junto dos moinhos
e para a obrigatória foto do grupo.
pé
ou de bicicleta, outra é esgravatar tudo com os TT´s que por
aqui pululam. Escorregando aqui e ali, todos chegaram à ponte onde
se reagrupou para fazer uma breve paragem na Catrivana. Agora sim um furo
daquele tipo novidade. 
Aqui foi um ver quem se safava melhor, uns ribeira acima, outros ribeira
abaixo, saltitavam de pedra em pedra para tentar chegar a secos ao outro
lado. Depois de uma
observação
atenta, quase todos se atiram às águas para alcançar
a outra margem. Quase todos…, eu tratei de tirar os sapatinhos e as
meias e calça-los secos na outra margem,
mais dois andaram saltitando de pedra em pedra, quase na foz, mas também
chegaram secos.
Ainda
não contente com a lama já trilhada, nada como um regresso
pelo caminho das pedras para terminar em grande com uma trialada e uns caminhos
lamacentos. Aqui uma corrente deu sinal de cansaço, mas uns elos
rápidos resolveram a situação e seguiu-se caminho.
Chegou-se ao Algueirão com apenas 38Kns mas já perto das 14h00
e foi mesmo a tempo, pois caiu uma carga de água daquelas de virar
balde.