Praia da Ursa
Depois de S. Pedro é que se começou a subir a sério com o pessoal a ter não só que recorrer às mudanças mais baixas, mas também a tirar alguma roupa que a coisa já dava para aquecer. Durante o strip dava para vem bem a fumo que alguns já libertavam. Continuou-se a subir até ao Castelo dos Mouros por caminho já nossos conhecidos mas sempre muito agradáveis.
Chegados ao alto e recuperado o fôlego, retomou-se o a pedalação ao ritmo da conversa até à entrada para o Trilho Maravilha onde naturalmente todos se concentraram na pedalação furiosa (que penso ser obrigatória) até sair na outra ponto já junto aos Capuchos. Já com alguns salpicos de lama no corpo e que para espanto de muitos (não sei porquê) eu também apresentava as marcas das chuvas que têm caído.
Sem grandes demoras, lançou-se um “agora vamos ao Monge!” seguido de um “então era mesmo a sério.” e sem hesitações todos se lançaram serra acima. Para não se fazer a “mata-cavalos” que não tem lá grande graça (nem a subir nem a descer) optou-se por um desvio à direita que por um caminho muito mais interessante se consegue chegar mesmo juntinho ao alto do Monge.
Passada a Peninha, desceu-se ao tanque onde se parou um pouco para ver as vistas sobre o Guincho que são sempre um magnífico colírio para os olhos.
Encontrámos a tabuleta, mas os mais cépticos (que já conheciam a coisa) diziam “quê, lá abaixo? de bicicleta?” mas fomos fingindo que não se ouvi e avançámos até ao final do estradão de onde se tem um incrível vista sobre a praia e linha de costa.
Sem stress, o nosso amigo João tratou de tirar o que trazia na mochila e desaparafusando daqui e aparafusando dali a coisa compôs-se. O pior foi a corrente que não sei bem como acabou com um nó e quase teve que ser descravada.
Entrando no estradão, reconheceu-se o caminho e rapidamente se estava a passar Almoçageme onde o cheiro do pão com chouriço nos fez parar novamente para que alguns pudessem repor energias.Vamos voltar àquela praia, mas sem ser pelos Monge.