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Crónicas das Voltinhas da Malta no 3º trimestre de 2008....,           Ver dia
  • ciclistas a pedalar no futuro IC16 perto de Campo Raso 28 de Setembro 2008
    Fomos ver até onde se pode pedalar no futuro IC16 ou seja, fomo-nos meter no pó.
    fotos várias de dois ciclistas a subir um monte Começou-se a volta por descer a Sacotes para aí entrar no IC. Mas que grande e largo estradão, dá para irmos todos lado a lado e ainda sobra espaço para muito pedalador. A alegria de tamanha planura foi rapidamente levada pelo vento que insistia em transformar toda esta planura num longa e quase penosa subida, curiosamente a grande subida até nem foi lá muito penosa pois sem o vento era apenas uma subida. Tudo calmo até ao nosso amigo Luis se ter “passado dos roletes” e encarquilhar o desviador nos raios ... #@&%£§ .... ciclistas a opinar sobre o desenrolar da obra no IC16
    Em virtude de tamanho estrago só lhe restou aproveitar a ainda proximidade de casa e dar meia volta ao “cavalo”. Com o vento a ajudar acho que nem foi preciso pedalar. Reagrupado no alto da primeira grande subida e com um pedalador a menos retomou-se a aventura agora com uma descida que quase parecia uma subida tal era o vento. Foi-se pedalando e opinando (somos todos “engenheiros”) sobre a qualidade da obra e das soluções aplicadas e da dimensão e quantidade de maquinaria.
    ciclistas num trilho entre o Telhar e Mira Sintra A falta da ponte junto do telhal levou-nos a abandonar o IC por um bocadinho contornando pela passagem de nível do Telhal onde se retomou os trilhos, muito engraçados por sinal e acabando por regressar ao IC já depois da linha do comboio. Mais umas subidas manhosas e estava-se em Mira Sintra onde uns caminhos inventados nos acabamos com uma operação “saltar a cerca”.grupo de ciclista a saltarem um cerca com as bicicletas à mão




    Depois de um sobe e desce acabamos numa zona menos avançada onde tivemos que inventar caminho monte acima. O nosso amigo João tinha que inventar um ainda mais “inventado” e acabou a rebolar-se no pó e devia ser daquele que faz rir que ele manteve o sorriso na cara durante bastante tempo e claro que se tiram os bonecos da invenção.

    Cada um como pode lá se chegou a novo alto onde se aproveitou para amarinhar a uma das viaturas e tirar o boneco do grupo (todos e mais um). Já no Alto do Cacem (Colaride… acho…) aproveitou-se um pequeno parque com banquinhos para fazer a paragem para o lanche. Lanchados, retomou-se caminho para constatar que ao final de mais uma subida e outra descida a coisa acabava na A9 (CREL). Atalhou-se pelo alcatrão descendo a Belas e depois de saltar mais uma cerca retomou-se os trilhos na direcção da Venda Seca. Chegados perto dos moinhos impunha-se a descida (rápida) à ribeira para depois fazer a subida ao longo do muro já na direcção da Carregueira. foto de grupo com os ciclistas em cima de uma das máquinas das obras do IC16Mais uma subida e umas reclamações e estava-se no “Free ride”. Daqui para a frente nada de novo, regresso via subida (ou descida) do boi, descida na Carregueira até ao golfe e passagem pela prisão. Os descedores de serviço encheram a barriga com a descida até ao Telhal onde se reagrupou para pedalar calmamente e supostamente directo ao Algueirão. Chegados perto da Barrosa não resistimos ao chamamento de uma grande descida (a tal primeira grande subida desta volta) e zumm monte abaixo só reagrupando já perto de Campo Raso. Estavam todos meio eufóricos, não é todos os dias que se dá quase 60Km/h na terra (bem calcada e lisa) que com a larga vala que atravessa o IC até fez cócegas na barriga. Agora sim regresso ao Algueirão com a curta mas valente subida de Sacotes.
    Chegou-se pelas 13h00 com pouco mais de 32Kms pedalados.
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  • fotos diversas de ciclistas a subir uma estrada empedrada 21 de Setembro 2008Com uns a pensar na praia e outros na serra nada como misturar a coisa e acrescentar uns quantos trilhos novos. Para começar uma ida até à vila de Sintra pela subida tradicional até Chão de Meninos seguido de uma descida meio “radical” até à Portela de Sintra com pista de saltos à mistura. Depois de mais uma valente subida no empedrado até à Estefânia fez-se a ligação ao Palácio via Volta do Duche. Aproveitou-se a escadaria e tratou-se do boneco antes que os foto do grupo de ciclistas nas escadas do palácio de sintra“hoje-é-só-meia-volta” dessem a volta por meia e regressassem a casa. Retomou-se a pedalação com a magnífica descida dos castanheiros na direcção de Galamares para reagrupar já junto da linha do eléctrico onde os descedores de serviço chegaram com um sorriso de orelha a orelha. Entrou-se nos trilhos já conhecidos para a apanhar o caminho do Mucifal. Já perto de Nafarros os nossos “hoje-é-só-meia-volta” deram a volta por meia e trataram de pedalar para casa. Mais uma descida “a fundo” e estava-se no Mucifal com um dos pedaladores a chegar com uns raios a ciclista junto da Igreja de Colaresmenos.
    Pergunta - “Vamos subir a serra?”, resposta – “Siimmm!”. casal de pombos (ciclistas) a comer debaixo de uma árvoreSeguiu-se para Colares e fez-se a paragem no largo da Igreja onde se repôs sólidos e ganhou forças para a subida que se anunciava. Agora não se estava era à espera de um trepar de montanha como foi o “escalar” de colares até aos Capuchos. Para começar um “acarta a bicla trilho acima” que o portão estava fechado, depois um sobe, sobe, sobe, sobe que parecia não ter fim e o pulmão a mostrar que gosta mais de descer do que de subir. ciclistas mostrando sinais de cansaçoMuito suor e lágrimas depois lá se foi chegando aos Capuchos com o conhecimento adquirido de que a subida que se fez dá é uma bela descida. uma descida de down hill que certamente não está nos nossos planos fazerParagem para recuperar o fôlego e retomou-se a pedalação agora com descidas garantidas. E numa tentativa de inventar e apanhar o estradão dos jipes a meio acabamos de bicicleta na mão num “down hill” onde se esteve a apreciar partes da “pista” que nunca iremos descer (pensamento geral, “os gajos que descem isto são loucos”). Mais uns caminhos muito bonitos mas provavelmente a evitar (as descidas têm graus a mais) e lá se deu com o estradão, não sem antes alguns se perderem reagrupando já no alcatrão a caminho da Lagoa Azul. Pedalou-se via Beloura para apanhar o IC30 enquanto se pode e rolou-se para casa chegando ao Algueirão pouco depois das 13h e com ~40Kms.
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  • 14 de Setembro 2008
    ciclistas a subir um trilho em direcção a um moinho perto de Odrinhas
    Desta vez o passeio foi à pendura, descemos o monte e, a convite do pessoal do Lourel, alinhámos na grande molhada de pedaladores por esses trilhos fora.
    grupo de ciclista num estradão com a serra de sintra ao fundo Os caminhos não eram novidade tirando uns bocadinhos aqui e ali pois esta é a nossa área de “operações” mas para mim foi um descanço pois só tive que saltar para a bicicleta e pedalar que nem um maluco sem a habitual preocupação de guia e até ter tempo de conversar com tudo e todos. É, é muito bom ter alguém a fazer de guia. Encontrámos uma “Rave” com alguns ainda a acordar (ou adormecer, não deu para entender), trilhou-se caminhos com umas magníficas bostas (cortesia da organização ;-) ) trepou-se aos moinhos, tiraram-se bonecos aqui e ali. fotos diversas de ciclistas a subirem um monte de bicicleta à mãoDescobri que estava lá muito à frente quando uns quanto aceleres me começaram a fazer razias como se chegar mais à frente ou atrás mudasse alguma coisa no mundo. Regressou-se ao Lourel com uns quantos a mostrarem que ainda não estão habituados a isto de pedalar. Reagrupou-se o "Bicicletando" e regressou-se ao ponto de partida no Algueirão. Simples!

    foto com o que restou do grupo no regresso ao Algueirão




    Os agradecimentos ao pessoal do Lourel que organizou este evento e se querem crónica mais completa nada com darem um “salto” ao respectivo site.

    Ficam no entanto aqui uns quantos bonecos Ir para o topo da páginada coisa.

  • 7 de Setembro 2008 Maravilha de pedalação.
    foto de grupo algures entre a Barragem da Ribeira da Mula e a Lagoa AzulDas planuras do estradão que dará origem ao IC30 ao sobe e desce da serra de Sintra com um amarinhar à Pedra Amarela, até ao nível da conversa que esteve no seu melhor e com o S. Pedro a proporcionar um dia mesmo a pedir pedalação, foi do melhor. Juntou-se umas descidas para todos os gostos e feitios num total de ~40Kms.
    Nem a Amélia faltou com a sua mão quase quase recuperada.
    O resto da crónica sairá algures durante a semana.... ou não....
    Ir para o topo da página Já passou uma semana e eu não tive tempo de escrever a coisa, por isso a coisa fica mesmo assim (já se está a tornar um hábito).
  • 31 de Agosto 2008 Uma volta que começou bem e acabou menos mal.
    foto de grupo em Odrinhas Uma voltinha sempre rolante com o nosso amigo Jorge no papel de guia e eu no relax e na cavaqueira. Uma ida a Odrinhas via um caminho que continuo a achar que não conhecia, uma paragem para o tradicional boneco antecedido do lanche. Descida à Aldeia de Broas com muitos furos (novo nome das paragem para os figos) e seguido de uma descida à ribeira com destino a Cheleiros. Durante a travessia da ribeira a nossa amiga operação de salvamento da nossa amigaAmélia encarquilha-se numa pedra e vai de se atirar às águas. Efectuada a operação de resgate (coletes, botes de borracha, protecção civil, …) tentou-se retomar a pedalação, mas a coisa não se mostrava lá muito boa para a nossa amiga. o nosso amigo Jorge com os pés de molho ao atravessar a ribeiraEfectuado o curativo possível (grande trabalho de ligadura do nosso amigo Jorge), accionou-se o serviço de socorro (3 malucos a pedalar que nem loucos até casa) para ir buscar transporte ficando os restantes a acompanhar a “vítima”. Já junto às Raposeiras chegou o transporte sendo levada ao Centro de Saúde que tratou de a encaminhar para o Hospital para fazer um retrato ao esqueleto. A coisa até que foi rápida e lá pelas 15h00 já estava na rua com um sorriso na cara e uma mão meio azul e dorida mas com a confirmação de que o esqueleto estava intacto.
    Ir para o topo da páginaResumindo ainda não foi desta que nos livrámos dela :-)

  • eu a montar a máquina para a foto do grupo de cicclistas24 de Agosto 2008
    Subiu-se muito, desceu-se muito.
    Voltou-se a subir muito para então descer muito outra vez.
    E a coisa melhorou com a companhia dos nossos amigos do Lourel com quem nos juntámos (ou eles a nós…) e então em grande molhada pedalámos o caminho de regresso com todas as subidas e descias a que temos direito.
    foto e grupo algures na serra de sintra
    Fez-se uma paragem para o boneco da geral algures perto da Pedra Amarela e ... depois não aconteceu assim mais nada de relevante e além do mais não estou com grande vontade de escrever. Assim fica concluida esta crónica.Ir para o topo da página
    Quilómetros e horas de chegada... já não me lembro.

  • 17 de Agosto 2008 Com a volta nocturna convertida numa diurna, nada como um passei que inclua umas vistas sobre o mar. Seguiu-se por Sacotes, atravessou-se as obras do IC16 que me parece que não contemplam umas quantas travessias para os fotos diversar de ciclistas a subirem um trinho em que um cai parado na subidafuturos passeios por estar bandas. Continuou-se a pedalação em ritmo sempre calmo e conversador passando Vila Verde, Alpolentim e foi já depois de Vila Galega e ao final de um trilho mais rápido que a nossa amigo Amélia não resistiu às câmaras e tratou de se atirar para o chão (parada). Foi mais difícil desencarquilhar-lhe os pés dos clipes que pô-la em pé.
    ciclista parados no inicio do sobe e desce perto do Magoito





    Chegados à zona queimada, que até já mostra sinais de recuperação, fez-se um desvio à esquerda para saborear uma rápida e meio pedregosa descida até ao vale para então continuar ao longo do mesmo. Neste rápido caminho junto à ribeira uns quantos pedaladores (eu incluído) foram atacados pela fúria do pedal e pedalaram quem nem uns loucos caminho fora (sobe mesmo bem….). Agora estava na hora de subir até ao “meu” marco geodésico e nada com o caminho do sobe e desce que contorna o monte. foto de grupo no marco geodesico junto ao MagoitoReagrupou-se já no alto para então rolar pelo caminho das maçãs na direcção do “meu” marco. Parou-se para umas maçãs e já perto do marco o nosso amigo Carlos tratou de se atirar para a silvas (parado) que até ficou de pés para o ar, pena mesmo foi não ter tirado o boneco. Tirou-se o boneco de grupo encavalitados no “histórico” marco (sim foi aqui que a minha última máquina fotográfica se suicidou) depois de trincar a bucha iniciou-se a descida mas por outro caminho que não o habitual “monte abaixo”.ciclistas a mostrarem qual é o seu clube

    Entrou-se nos trilhos junto à falésia e rolou-se até à Praia da Aguda.operação de tunning na bicicleta da Amélia Aguda, Azenhas Praia das Maçãs foi um pulo e até deu para um boneco com os aficionados junto do símbolo do culto. Entrou-se na mata e onde se foram mirando as vistas até Colares. Já depois do Mucifal um leve cãibra levou a uma paragem forçada a meio da subida mas a coisa compôs-se e retomou-se caminho depois claro da cigarrada o nosso amigo Jorge Lima. Caminhos conhecidos via Várzea e chegou-se num instante ao Lourel para a nossa conhecida subida o supermercado.
    Chegados ao Algueirão com ~43Km e pouco depois das 13h00 ainda deu tempo para uma operação de “tunning” na bicicleta da Amélia, agora é que ninguém a agarra.
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  • 10 de Agosto 2008
    Paisagem da Serra de sintra vista de perto de Negrais
    vista de uma pedreira com água azul no fundoMais uma voltinha em busca de trilhos novos mas com muitos trilhos já conhecidos à mistura.
    Fomos ao monte Funchal mas não subimos o monte Funchal. Isto tudo passando pelo caminho das moscas, umas quantas pedreiras e muitas paragens para convencer a Amélia (e os outros) a largar as amoras. Acho que ela chegou já almoçada.
    a Amélia a comer amoras de empreitada.... e o resto do pessoal também.


    Perdemos um pedalador pelo caminho que teve que regressar mais cedo e pori isso comeu menos amoras e não ficou no boneco.foto de grupo perto do monte funchal



    Tirou-se o boneco em pose artística, encontrou-se um caminho novo e limpámos a pele com ajuda da vegetação na Pedra Furada. Visitando as obras do IC16 acabou-se com uma valente subida (gin tónico) para um regresso ao Algueirão poucos segundos depois das 13h00 com ~43kms pedalados.

    E aqui fica mais uma crónica do tipo instantânea mas publicada a horas.
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  • ciclistas pedalando no estradão aberto para o futuro IC164 de Agosto 2008
    Já passou quase uma semana e continuo sem grandes vontades de calcar teclas, por isso cá vai uma crónica do tipo “é só juntar água”…

    Seguiu-se para Belas tentando reinventar a volta do túnel mas andou-se mais ou menos pelos caminhos do costume com umas variações aqui e ali. Aproveitou-se para mirar os novos “sigle track” do futuro IC16 que pelos vistos nos vai acabar com mais uns bons trilhos.
    foto de grupo à saída do túnel de belas Como sempre conversou-se muito e também se furou o suficiente para a nossa amiga Amélia apanhar uma barrigada de amoras. Atravessou-se o túnel com o aparato do costume para tirar o boneco em pose menos tradicional à sombra da árvore. Retomou-se a pedalação de regresso a casa e que para o nosso furador de serviço acabou de bicicleta à mão que ao fim do terceiro furo achou que já não valia a pena gastar mais uma câmara-de-ar para percorrer os metros finais.
    Perto das 13h00 e aproximadamente 35 kms depois estávamos de volta ao ponto de partida.

    Ir para o topo da página …. agora é só juntarem água e mexer bem.
  • eu de molho algures a norte27 de Julho 2008
    Enquanto eu fui a banhos algures mais para norte, a malta atirou-se a uma voltona que incluiu uma ida à Ericeira e respectiva volta.
    O nosso amigo Pedro Mourão saltou para a frente e toca de pedalar e escrever a crónica que se segue....

    "Mais uma volta hoje com o nosso guia de recurso o…“Amanhem-se” que desta vez premiou os 11 presentes com uma volta até à a fanfarra dos bombeiros de mem martins na achadaVila da Ericeira, mas como uma desgraça nunca vem só a pedido do nosso colega Pedro S. subimos até a localidade da Achada com a finalidade de assistirmos ao desfile da Fanfarra dos Bombeiros de M.Martins onde a sua cristalina faz parte do staff musical, de regresso parámos na Fonte Boa dos Nabos para repor energias, pois tínhamos pela frente mais alguns kms para percorrer.ciclistas parados algures durante a volta
    Retomada a pedalação passagem por São Julião, Assafora, onde parte do grupo optou por regressar via tapete preto, para os restantes seguimos o regresso proposto pelo nosso estimado guia de recurso o…“Amanhem-se” que nos guiou passando por Catribana, ponte Romana, São João das Lampas onde perdemos dois dos nossos resistentes, o colega Nuno e o primo que ao abastecerem optaram por ficar sentadinhos ao pé do chafariz. Chegámos ao Algueirão pelas 13,35 com ~ 71 km percorridos.
    Até para a semana saudações a todos.
    Bicicletando sempre."

    fotos várias de ciclistas algures perto da foz do lizandro
    ... e cá fica mais uma crónica.Ir para o topo da página

  • 19 de Julho 2008 Uma volta grande que não foi um grande volta....
    ciclistas junto ao Pisão durante a noitePartiu-se para a aventura nocturna já um bocadinho depois da hora e como o tempo não parecia lá muito bom para os lados da Serra nem das praias, decidiu-se seguir para o Guincho onde a noite parecia mais amena. Ainda sem necessidade de luzes e com o nosso amigo “Engenheiro” a fazer tinóni a torto e a direito e a parar de 5 em 5 minutos para arranjar as suas engenhocas chegou-se à prisão de Sintra. Atravessou-se a estrada e seguiu-se para a Lagoa Azul para então começar a experimentar as luzinhas que se trazia e a tirar uns bonecos aqui e ali. luar visto do farol a guia em cascais
    Seguiu-se para o Pisão galgando tudo o que era pedra e buraco para o primeiro e único salta muro. Pouco depois já junto da A5 tivemos um breve encontro com um pequeno bode que andava por ali (que coisa estranha) deixando de seguida os trilhos e entrando na estrada para fazer a ligação até à Boca do Inferno. Tudo sem novidade e chegando ao passeio marítimo virou-se para o farol da Guia para a paragem prevista. Ouviu-se a música, tiraram-se bonecos à lua opinou-se sobre a qualidade das luzinhas e toca de voltar ao pedal para fazer o passeio marítimo até ao Guincho.
    foto de grupo durante a noite junto a farol da guia em cascais
    Aqui notou-se a falta de um agasalho que com o vento fresco contra transformou esta planura numa longa subida. Reagrupou-se ao chegar ao Guincho para se dar inicia à longa subida que supostamente nos iria levar aos Capuchos pois a Serra já parecia menos enevoada. ciclistas no falor da guia durante a noiteAlgures perto da Malveira primeiro problema, uma corrente partida que com o escuro não é coisa simples, e uma paragem forçada. Valeu-nos que o vento parou. Com o problema da corrente resolvido apareceu outro (que já se vinha a manifestar) um dos pedaladores começou a sentir-se mal, deve ter sido do jantar que com esta pedalação todo e do frio no Guincho ainda devia estar a boiar algures no estômago. Ele ainda tentou largar lastro, mas nada e qualquer esforço deixava-o enjoado. Como ele estava convicto no regresso a casa por meios próprios (e para alegria de uns quantos pedaladores) atalhou-se por estrada deixando para a próxima a subida aos Capuchos. Em ritmo calmo passou-se a Barragem, Lagoa Azul e fazendo o resto do caminho pelo mesmo que tínhamos vindo. Ainda se tentou atalhar por Vale Flores, mas com as obras não adiantou nada, mais valia mesmo ter feito a descida dos bombeiros e passar O IC19 por baixo. Chegou-se já perto das 02h00 e com ~50Kms de pedalação onde os estreantes e reincidentes se mostraram satisfeitos (foi só por cortesia que esta volta não me saiu lá grande coisa) ficando no entanto no ar promessa de nova volta mas em noite mais “de Verão”.
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  • eu e o Jorge na Praia Grande16 de Julho 2008
    Pois é…. fomos pedalar.
    Com a ideia de descobrir novos caminho eu e o Jorge fomos em busca dos caminhos perdidos o Jorge a lavar a bicicleta nos duches da praia das maçãse ao final do primeiro desce e sobe seguido de “nem pensar em trazer a malta para aqui!” fomos a votos e apontou-se à Praia Grande para uma tradicionalíssima volta das praias. Paragens do costume nos locais do costume. Travessia da Praia das Maçãs pelo areal seguido de um duche às biclas. Saímos da protecção do nevoeiro nas Azenhas e regresso pelo caminho dos cães com um sol e calor nada convidativos à pedalação. Passado Campo Raso e estava a volta feita com os seus ~40kms e chegada pelas 12h00.Ir para o topo da página

  • 13 de Julho 2008 Como de costume lá foram aparecendo os pedaladores para mais uma aventura domingueira. ciclistas descendo o monte dos eucaliptosTentando variar inventou-se uma volta com tudo a que se tem direito e assim tratou-se de pedalar em direcção à Penha Longa. Uma subida aos eucaliptos para a primeira descida do dia, passagem pela escola de Bombeiros, onde o nosso furador de serviço (Pedro Mourão) teve o primeiro de 3 furos. Breve pausa para a reparação e continuou-se caminho em direcção à Lagoa Azul onde se desviou um bocadinho antes para ir dar uma ciclistas espreitando os carros de corrida no autodromo do estorilolhadela aos carros e também para fazer uma descida que tinha ficado debaixo de olho. Chegados ao autódromo miraram-se os carros mas como a vontade era mesmo de pedalar rapidamente se estava no caminho seguindo ao longo do vale. Mais à frente entramos na labiríntica zona entre a Penha Longa e a Barragem da Ribeira da Mula onde depois de uns “… afinal não é por aqui…” lá demos com uns caminho bem engraçados e rápidos que acabaram já no vale da Ribeira da Mula onde novo furo do furador de serviço nos impôs nova paragem. Já que se estava ali nada como tratar do lanche e da foto de grupo aproveitando uma pedrinha que parecei mesmo ter sido ali colocada só para esse fim.
    foto de grupo algures entre o Pisão e a Barragem da Ribeira da Mula Como a coisa estava muito plana e rolante nada como trepar até aos capuchos a começar na rampa de cimento junto da barragem. diversar fotos da reparação dos furos ao longa da voltaLá se foi subindo e conversando ao mesmo tempo e alterando a ideia inicial de trepara até à Pedra Amarela (fica para a próxima) seguiu-se directo aos Capuchos. Como está tudo em forma chegou-se rapidamente ao alto para dar inicio às descidas de regresso a casa e para começar uma descida rápida até à lagoa que fica perto dos Capuchos onde o nosso amigo Luis teve um furo a meio da descida com direito a cambalhota e tudo chegando de roda no ar à lagoa onde o esperávamos. vária fotos dos ciclistas junto da lagoa perto dos capuchos

    Recomposto e de furo reparado continuou-se a descer direito a Monserrate reagrupando aqui e ali pois a malta estava meio assanhada com tanta descida. Chegados a Monserrate nada como continuar a descer inventando-se mais uns caminhos daqueles em que as rodas até vão a escorregar monte abaixo. Entrou-se no estradão e mais um furo, desta vez foi outro o infeliz. Reparada a coisa e depois de repara que ninguém se queixava (da última vez foi a subir) continuou-se a descer até se chagar perto de Galamares.ciclistas com a serra de sintra ao fundo Passou-se junto ao golfe para atravessar a estrada em direcção à Várzea agora novamente por caminho mais calmos. E como a coisa esta calma demais nada como o furador de serviço a animar a malta com o seu terceiro furo já no Cabriz. Nova paragem e muita opinação sobre o assunto (é o difícil não é furo, é aturar a malta) onde se aproveitou até para comprar pãozinho de Mafra adiantando assim o almoço. Retomada a pedalação, seguiu-se pelo Lourel de regresso ao Algueirão onde se chegou pelas 13h30 com ~41kmsIr para o topo da página e 5 furos.


  • 6 de Julho 2008
    vista sobre a zona de Sintra do alto do monte Funchal
    Depois de ter “falhado” um Domingo de pedalação lá estava eu pronto para o tratamento de reabilitação com uma valente volta. Com uns “não vamos para serra!”, “não vamos ao Guincho!” por isso nada como uma ida ao alto do monte Funchal vária fotos de ciclista a passarem um trilhonuma volta com tudo a que se tem direito.
    Com uns quantos regressados e algumas caras novas fez-se a descida via Sacotes para as Raposeiras. Já são notórias as obras da futura estrada e um pensamento correu todos os cérebros “vão acabar com estes trilhos todos!”, é mais umas zonas que se nos vão escapar, um dia destes só alcatrão mesmo.ciclistas em Negrais




    Continuou-se pedalação pelo caminho das vacarias onde depois de uma breve paragem e no momento de arranque “catrapum” vai uma valente “tralho” quando o pé não se libertou a tempo. Alegria geral, não é todos os dias que me atiro assim para o chão deixando marcas no pulso e no ego. Sempre em bom ritmo passou-se a Pedra Furada e depois da subida das pedreiras já se estava em Negrais. Entrou-se no estradão que vai subindo até à base do monte, que não parece, mas vai maçando a perna que via fazer muita falta para a amarinhação final até ao alto do monte. Agora só faltavam as poucas dezenas de metros até ao alto que como sempre foi feita em primeiríssima, aos ziguezagues e a tentar manter a roda da frente no chão. Cada um como pode, lá nos reunimos no alto do monte para um breve lanche veio escondidos do vento.
    foto de grupo no alto do monte Funchal Tirou-se o boneco da geral e agora só mesmo a descer.
    Ainda tentei inventar uma descida que não a por onde se trepou, mas não era lá muito interessante (cardos, pedras e silvas). Grande descida, foi um cheiro a travões como nunca tinha sentido, nem nunca tinha visto os meus discos azuis, dava para estrelar ovos, mas não era o único. cobra já morta sobre o guiador apanhada por um dos ciclistasAcho mesmo que se gastou mais travões só nesta descida que no resto da volta toda. Para arrefecer os discos nada como mais uma valente descida e sem necessidade de travar onde a malta deu largas chegando mesmo a ser atingidos os 65kmh. ciclista num trilho muito interessante mas cheio de cardos e silvasReagrupou-se e seguiu-se por S. Eulália onde nos cruzamos com uma verdadeira “anaconda” que o nosso amigo João tratou de pendurar no guiador da sua máquina para nos fazer companhia (andamos a pedalar com cobras…) durante parte de percurso. Depois de resolvido o furo do nosso furador de serviço (já se está a tornar hábito) seguiu-se para o monte Rebolo por uns trilhos pedregoso, sinuosos e mesmo a gosto da maioria dos pedaladores mas que deixou umas quantas marcas da vegetação nos braços. Contornado o monte seguiu-se para Almargem do Bispo onde perdemos o acelera do Nuno que anda sempre lá na frente e nem sempre seguindo pelo caminho certo.ciclistas reparando um furo perto da Sta. Eulália Seguiu-se pela Piedade para a descida dos aceleras até junto do Sabugo onde recuperámos o nosso amigo extraviado. Tomou-se a estrada na direcção do Telhal onde se atravessou a linha fazendo-se a ligação via Barrosa de regresso ao Algueirão.
    Chegou-se uns minutos antes das 13h00 com ~42Kms andados e um sabor a pouco Ir para o topo da páginapara alguns excepto para no nosso jovem BTTista que certamente pensava “… o meu Pai mete-me em cada uma… ai…”.

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