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Crónicas das Voltinhas da Malta no 2º trimestre de 2008...,           Ver dia
  • eu a ver a malta a ir pedalar e a ter que ficar em casa para estudar para os exames finais :(29 de Junho 2008 .. ou se pedala ou se estuda.... desta vez venceu o estuda :(
    M as a pedalação continua e a crónica também e por isso cá vai desta vez pela mão do nosso amigo João F.

    "Como de costume, lá estava a malta do “costume” e mais alguma, esta foi a volta mais esquisita e com mais baixas, que participei, senão vejamos. Assim que o grupo esta completo e quase pronto para iniciar mais uma volta eis que aparece um “turista” a sofre muito por nos ver, montados nas máquinas e prontos para partir, 1º baixa.
    ciclistas a caminho do monte funchal Volta decidida com uma ida a Aldeia de Broas via Odrinhas e volta, logo que arrancamos deixamos de ver o amigo Mourão, curiosamente e já a caminho do Lourel vimos um sósia dele com os nossos amigos do Lourel, 2ª baixa.
    a nossa amiga Ilda de joelho avariadoTudo bem encaminhado e em bom andamento já a chegar ao Funchal, não é esse Funchal é outro, eis que a amiga Ilda se decide atirar para o chão, lesionando o joelho, qual marido cheio de coragem e decidido, dá meia volta para ir buscar a viatura de apoio. 3ª 4º e 5º baixa.
    o joelho da nossa amiga Ilda em mau estadoE aqui, a volta descamba, em modo de espera o cardume começa a ficar impaciente e a perguntar para onde vamos e como vamos, ora aqui temos mais 3 baixas, o amigo Jorge e Pedro e a amiga Amélia que com as digressões pelo asfalto, parece que se desabituou destas andanças, ora com isto e depois de algumas contas fica sempre o resto, que após umas informações fornecidas pelo Jorge arranca em direcção a Aldeia de Broas, com um engano foto do que retou do grupo depois de uma volta algo atribuladaentre direita e a outra direita e o apoio de uns amigos de bicicleta que por ali estavam, de propósito e anteriormente combinado, para nos levarem até á Aldeia o regresso foi feito pelo trilho do domingo passado, e qual o meu espanto onde o amigo Paulo pára e chama a atenção para o silencio e os passarinhos, uma bruta de uma RAVE ainda decorria, onde fomos recebidos por um canino e se aproveitou para fazer o boneco de grupo, que até ficou bem visto quem o tirou, mais a frente subida da pedreira, para logo a seguir passarmos campo raso e chegarmos ao Algueirão perto da uma com ~35Kms feitos.
    Peço desculpa mas ainda não sei os caminhos e localidades por onde passamos."

    Sei que o joelho está melhor, só ainda não se sabe se pronto para a próxima.
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  • foto de grupo algures junto ao mar22 de Junho 2008

    Algueirão (comboio) Torres Vedras - Algueirão 80Kms
    Ver Volta Grande Torres V. - Algueirão

    ... e a crónica está quase quase...
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  • 15 de Junho 2008 Volta do “Gajos”.
    Sem grande vontade de fazer de guia lá convenci o amigo Jorge a sugerir um caminho, mas com praia pois era esse o ponto comum aos presentes.ciclista reparando um furo Assim se partiu via Cortegaça para em Campo Raso se resolver o primeiro furo. Uma banana e meia depois estava o furo resolvido e novamente a pedalar por caminhos já conhecidos direitos a Alpolentim. Aqui apontou-se à Praia do Magoito, ou melhor à ribeira que lá vai dar e só depois de resolver um quebra cabeças de como atravessar um campo de milho sem pisar o Minho (nem o campo). ciclista na grande descida até ao vale da ribeiraResolvida a questão retomou-se o caminho que mesmo com um “não é bem por aqui, devíamos ter virado lá atrás…” chegou-se à grande descida até ao vale da tal ribeira. Aproveitou-se as indicações de uma prova/passeio e seguiu-se as marcações entrando num caminho ainda não conhecido (pelo menos por mim) que num sobe e desce constante culminando com um valente sobe nos poupou uma valente subida no alcatrão e permitiu o habitual contar de histórias no final de mais um trilho daqueles que vale a pena. O marco geodésico estava logo ali mas tinha que se contornar o vale, por isso regressou-se ao alcatrão (pouco) para logo mais à frente se entrar novamente nos trilhos agora sim direitos ao marco. Um trilho muito rápido e cheio de areia mesmo a pedir um valente malho (que me parece que até aconteceu), nova paragem para contar com é que foi o atravessar a areia a foto de grupo junto ao marco geodesico perto da praia do magoitopedalar que nem malucos e lá se estava no marco para o lanche e claro a foto do grupo de “Gajos” com o mar como pano de fundo. Descida! Mais uma de rabo na roda (ou a pé) até junto da falésia seguido do sobe e desce até ao parque da praia da Aguda. Entrou o segundo turno de furadores de serviço e vai de reparar a coisa pelo método tradicional (um trabalha e os outros opinam) e umas barrinhas depois retomou-se o caminho agora direitos às Azenhas do Mar. Entrado o terceiro turno de furadores reparando um furo na praia da agudalá se deu um bocadinho à bomba (nhanha milagrosa) e entrou-se n os trilhos do costume (já é difícil não ter ainda passado em alguns sítios) mata dentro direitos à capela redonda. Acrescentou-se uns quantos caminhos para não se chegar muito cedo a casa e claro que não se podia fazer um destas voltas sem o nosso querido caminho das pedras e um mirar sobre as últimas poças que ainda restam por ali. ciclista resolvendo um furo na bicicletaA coisa começa a tornar-se difícil pois muitos dos caminhos começam agora a ser fechados (arame farpado e portões) dizem que é por causa dos “motorizados” mas não sei não. Inventada nova passagem chegou-se ao Lourel para a longa subida do supermercado que no final das voltas custa sempre um bocadinho mais. E estava-se no Algueirão pouco depois das 12h30 com mais ~37Kms andados.

    Nota:
    Há muito tempo que a presença feminina é uma constante nas nossas voltas. Hoje eram só “Gajos” que depois de olharem em volta e darem pela coisa trataram de dar largas ao vernáculo reprimido com muitas palavras começada por F e C e até deu para aliviar as águas logo ali junto ao trilho sem o habitual caminhar moitas dentro ou esconder-se por detrás das árvores….. bem, foi no mínimo "diferente", agora quanto a andamento, foi exactamente o Ir para o topo da páginamesmo.

  • Porto da Ericeira10 de Junho 2008
    O nosso amigo Pedro Mourão não perdoa, por isso cá vai uma das das suas...

    "Dia de Portugal e das Comunidades, não convenceu a malta para mais uma das nossas voltinhas, à hora combinada lá estava eu, quando a surpresa aconteceu…O colega Nuno apareceu para uma volta a dois que nos soube muito bem, podemos assim testar as nossas capacidades para as futuras iniciativas.
    Pedro e Nuno algures na EriceiraLá fomos até à localidade do Sobreiro (Mafra), com passagem pela bonita vila da Ericeira seguimos até Fonte Boa dos Nabos e finalmente à localidade do Sobreiro onde iniciámos o regresso. Passagem pela Foz do Lizandro, Assafora, calçada romana, com chegada ao Algueirão ás 13.10 horas com ~67 km percorridos, até para a semana.
    Bicicletando sempre."
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  • eu a limpar a roda das bosta pisadas8 de Junho 2008
    Uma sugestão apenas “Guincho?” uma resposta “Bora!”.
    Da última andaram perdidos, agora íamos ver se corre melhor e sem hesitações saltou-se para biclas e toca de pedalar. Para começar nada como uma valente subida para resolver logo assunto e para isso nada como seguir por S. Pedro e amarinhar ao Palácio da Pena. Eu tive que fazer uma paragem para limpara as bostas que se me agarram à roda da frente e cilcista a descansar durante a subida da serra de sintrasabedor dos efeitos das forças centrífugas não estava para arriscar abrir a boca para apanhar ar e entra algo não convidado (antes mosca…). Para variar não se entrou nos jardins do castelo dos Mouros subindo-se a rampa directa à Pena. Estava tratada a grande subida, agora umas descidas conhecidas via Castelo dos Mouros e o bocado de alcatrão até à tapada do Mouco para se fazer a ciclista no trilho junto ao mar no guincholigação ao inicio do trilho maravilha. Pedalou-se o trilho maravilha e chegados aos Capuchos nova intervenção trocar as m€rd@ das pastilhas que mesmo novas eram uma m€rd@. Roeram-se as maças e deu-se início à longa descida até à Malveira com breve paragem para passar o portão e esperar por um do nosso pedaladores que perdeu parte do manípulo e ficou sem as mudanças a traseiras. Nada de grave e continuou-se caminho com mais umas animadas descidas. Passou-se a Malveira e “onde é o tal caminho às curvas e com buracos, cardos e silva?” … é malta danada…. estavam foto de grupo na praia do Abanomesmo com vontade.
    Lá se deu com o caminho que ao logo de um vale que faz a ligação até junto do mar. Alegria para os descedores e desânimo pois podia ter mais “uns quilómetros” assim que a malta não se ralava nada. Sem mazelas reagrupou-se no trilho paralelo à falésia para fazer uma paragem na Praia do Abano para o boneco de grupo e lavar a vista. Na subida da praia o nosso amigo o João a ajudar o Pedro que ia enfiando o guiador nas costelasPedro ia enfiando o guiador pelas costelas dentro (ele há cada artista... quase parado) pregando um grande susto a todos (ele incluído) mas ficou-se pela mazela deixando o esqueleto em bom estado.quatro ciclista com um pensamento comum










    Enquanto o nosso amigo recuperava do susto uns quantos lavavam a vista com as habitantes da praia. Recuperados (principalmente ele) seguiu-se para o Guincho onde o amigo Luis tratou de se atirar para o chão (não podem ver nada) ferindo o Pedro a ajudar o Luis a levantar-se depois de uma quedaapenas o orgulho. Entrou-se no caminho do vale junto ao Guincho já no caminho de regresso e atravessando a Charneca rapidamente se chegou à grande descida do Pisão onde estranhamente se tem que pedalar para descer… mistério. Seguiu-se o caminho paralelo à estrada até perto da Lagoa Azul, entrando nos trilhos do costume via prisão até à escola de Bombeiros. Aqui mais um furo que se resolveu na hora e estava-se de regresso ao pedal chegando-se ao Algueirão já bastante para lá as 13h00 e com ~45Kms pedalados e algo atribulados.
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  • ciclistas acartado as bicicletas num trilho1 de Junho 2008
    Esta semana foi difícil, mas como mais vale tarde que nunca aqui trago à luz a crónica da semana.

    Pois é, estava de volta.
    No local do costume os pedalantes foram aparecendo para a já tradicional voltinha domingueira e acompanhados de umas caras novas apontou-se a Belas via Carregueira.ciclistas a descansar a meio de uma grande subida

    Atravessou-se o Algueirão Velho, tomou-se o caminho do Telhal e depois de atravessar a linha tratou-se de abrir o pulmão com a já nossa conhecida subida até à prisão. Com mais ou menos pernas, o certo é que todos chegaram ao alto prontos e frescos para continuar seguindo-se para o Belas Clube. Com umas novas valas nos caminhos em volta do Belas a requerer uns “acarta a bicla” e lá se chegou ao alto. Aqui tirou-se o boneco de grupo pois um dos pedalantes tinha que regressar (ossos do oficio), feitas as despedidas o resto do pessoal disse “túnel!!!” e túnel assim foi.
    foto de grupo junto ao Belas Clube
    Com a grande descida a dar inicio às hostilidades chegou-se ao dito túnel queas meninas pedaladoras com uns quantos emplastros como pano de fundo foi atravessado com o alarido do costume e as respectivas fotos para assinalar a coisa. As meninas juntaram-se para tirar o boneco a assinalar o evento que claro tinha que conter uns quantos emplastros como pano de fundo e a abrilhantar o momento. mais uma valente subida a ser vencida por valente pedaladores






    Já do outro lado nova subida até aos postes de alta tensão onde o furador de serviço a ver se escapa ao boneco do furose parou para o lanche.
    Já prontos e mentalizados, zás. O nosso amigo Mourão inventa um furo parado que resolveu rapidamente ao som da opinações apropriadas ao momento. Agora sim, prontos, iniciou-se nova descida até à ribeira de atravessando a ribeira de belas de bicicleta às costasBelas que depois acompanhámos até Belas. Atravessou-se a ribeira e fez-se a subida até a cemitério por estrada que o outro trilho só é bom mesmo como descida. Mais uma descida valente com uma ribeira lá no fundo para e nova subida (que também é uma bela de uma descida) até junto dos moinhos. Eu ainda inventei aqui uma visita guiada a um ainda desconhecido beco e para me redimir nada como uma subida manhosa feita à mão com muita da malta a resmungar. dois ciclistas reparando uma corrente partidaEstava-se no “free ride”. Breve paragem e toca a dar ao pedal de regresso à Carregueira não sem antes desencrencar uma corrente que deu para o se encarquilhar. Aqui para se evitar a descida (subida neste sentido) do touro contornou-se o caminho ciclistas descendo o trilho da prisãomas sempre de olho no animal não vá ele lembrar-se de aparecer algures. Chegados a novo alto, nova descida que passando junto ao golfe termina já muito perto da prisão. Agora não tinha nada que saber, descida da prisão (a fundo… he he he…) e regresso ao Algueirão via Telhal com umas vozes de fundo a dizer “quê, já … regressar”.
    Chegou-se cedo, 12h30 e estava-se no ponto de partida, mas frescos com apenas ~30Kms da animada volta onde os estreantes se mostraram à altura do evento.

    passagem do 9999 para o 10000 quilómetros no contador
    E agora a crónica na crónica:
    10.000 Kms depois. É, já lá vão esses todos e três bicicletas, dois conta-quilómetros, muitos pneus e câmaras-de-ar e uma infindável panóplia de Eu! Que eu também mereço aparecer nos bonecos.outras pequenas coisas que se vão consumindo pelo caminho. Também lá vão muitos e saudosos amigos do pedal que desde os finais de 2003 me têm acompanhado (e iniciado) nestas coisas da pedalação. Como diria um ilustre “Porreiro pá.”, o saldo é positivo. Obrigado a todos e agora é só ter a mesma saúde para chegar aos 20.000 …..
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  • 25 de Maio 2008 ...Completamente perdidos... ... e eu mais uma vez baldei-me, por isso aqui fica a crónica pela mão do nosso amigo Pedro S.

    algures na serra de sintra"Desta vez não havia guias por isso GUINCHO ... desta é que foi. Para que não houvesse hipóteses de escolha foi logo decidido que deste dia não passava. Só que havia um pequeno problema ... já não me lembrava muito bem do caminho e por isso lá se foi à descoberta. Seguimos pelo "trilho" habitual até à Vila começando logo a subir desta vez e para variar, via Quinta da Regaleira. Passámos Seteais onde foi sugerida uma subida mais agreste para os mais destemidos, mas ninguém quis. Continuámos até ao desvio em direcção aos Capuchos. Tudo corria bem até que uma curva mal feita nos desviou do caminho. Mas tudo bem, um novo trilho que nos levou até à entrada dos trilhos maravilha em direcção aos Capuchos. Começamos a descer e ... é por onde? ... é aqui à direita ... não é mais abaixo ... é um que vai dar à Malveira ... a confusão estava estabelecida graças ao excelente sentido de orientação do guia (este não volta a guiar ninguém). foto de grupo e JanesLá se começou a descer não por se pretendia, mas por onde se sabia num trilho de bastante adrenalina que nos levou até à curva da Malveira ... ou quase. Embora não sendo o que o guia pretendia, acabou por ser excelente ... temos que o repetir, se conseguirmos encontrá-lo de novo. Subimos um pouco a Estrada da Serra, para depois descermos em direcção ao Guincho. Aqui, mais um engano ... e lá despediram o guia. Nesta altura, três dos pedalantes decidiram abandonar-nos, pois queriam estar de volta até às 13h00 e com tanto engano, a melhor previsão de chegada apontava para as 15h00.algures na serra de sintra Com a ajuda dum pedalante (lamento ... mas não sei o nome) que conhecia a zona, lá chegámos ao Guincho, onde fizemos a pausa habitual para o trinca-trinca. Começou então o regresso via Avenida da Charneca, Murches, Canil de Cascais, Vale dos Cavalos até chegarmos novamente à Estrada da Serra. Mais uma subidita, Lagoa, Prisão, São José, Bombeiros e daqui acho que forma para o Café, pois eu fiquei logo por lá. Eram 13h15 e tínhamos feito cerca de 47 km a um muito bom ritmo. Ir para o topo da páginaA malta que desertou só ganhou 15 minutos :-) ..."

  • 22 de Maio 2008 não fui, mas uns malucos(a) foram e nosso amigo Pedro S. registou o momento.

    "Neste dia não esperava encontrar ninguém para uma voltinha, pois estava a chover a potes, era feriado e estava fresquinho, foto de grupo nos Capuchosmas como o vício fala mais alto, lá me aventurei para pelo menos o cafézinho da manhã. Chegado ao local de encontro, lá vejo um casalinho de malucos que também tinha pensaado o mesmo que eu. E a minha sugestão foi logo ... Guincho ... mas desta vez não consegui convencer pois o medo da lama falou mais alto. E lá nos decidimos por uma voltinha "caseira", daquelas de rebentar só com sobe e desce ... Sintra pois claro. E lá partimos por volta das 8h45 pois apesar de tudo, os tarados ainda tinham esperança que aparecesse mais alguém. Rumámos via Tribunal, estação de combóios, Vila e atacámos a subida do castelo seguindo depois até à paragem obrigatória nos capuchos. Depois de tão esforçada subida, tinhamos que ser compensados, e nada melhor que a espectacular descida até à Barragem da Mula. tratando de comer uns docinhosContinuámos sempre cheios de energia, via Estrada da Serra, Lagoa Azul, trilho da Casa dos Patos, Casa das Freiras, Rua Serrita, Rua da Costa do Pó (esta vi no Google Earth), depois prisão e eis quando alguém diz que atá tomava um cafézinho e vai outro "e um bolinho?". Já espumávamos com a ideia, mas no estado em que estávamos, nenhum estabelecimento que se preze nos deixaria entrar com medo da quantidade astronómica de micróbios que tinhamos com habitantes das nossas muito enlameadas vestes. Mas como há sempre uma solução para tudo, lembrámo-nos do Gregório e lá fomos. Subimos a Calçada da Pena em direcção ao cemitério, Chão de Meninos e Gregório, onde tratámos de repôr todas as calorias gastas e ainda mais algumas, pois continuava frio. Após a guloseima seguimos via tribunal até ao tormbinhas, onde as montadas tomaram o merecido banho. Ir para o topo da páginaE com tudo pouco passava do meio-dia, com 37 km bem rapidinhos."

  • ciclista a preparam-e para ir às nesperas18 de Maio 2008
    A pensar na carda de água que nos aguardava partimos em busca de um caminho muito interessante que nos tinha ficado debaixo de olho numa da voltas anteriores. Por caminhos conhecidos e mais outros inventados na hora lá demos com ele. Depois de umas descidas animadas (algumas até se subiu só para descer) chegou-se a Colares e operação reparação do furosem parar apontou-se à Praia Grande (depois de se andar um bocadinho perdidos) aproveitando para ir à chinxada. A nossa amiga Amélia aproveita o momento de alegria e descontracção e vai de furar fazendo aqueles olhinhos de quem não sabe lá muito bem como se resolve a coisa e convencer a marmanjada a prontificar-se para resolver o assunto. Ainda se montou uma plateia para assistir à que se adivinhava longa operação mas como era a nosso Amélia a malta condescendeu e lá lhe reparou a coisa. foto de grupo na praia grandeSeguiu-se então para a praia não sem antes encontra mais um beco com direito a subida e tudo para depois fazer a tradicional entrada na praia pela nova rampa ao lado dos degraus (bom trabalho). Chegados, parou-se no local do costume para o boneco da ordem acompanhado do lanchezinho a condizer e onde tive que dar por finda a minha pedalação em grupo pois tinha um almoço marcado e ainda tinha que regressar ao Algueirão (por estrada).

    Eu calquei as teclas sobre o que vi, mas o resto da volta foi pelo teclado do amigo Pedro S.

    descendo um dos trilhos das pedras"Com o nosso conceituado guia a abandonar o grupo por motivos ... que só ele sabe, lá tivemos que nos amanhar para conseguir chegar a casa. Sugeriu-se o regresso via aguda, mas o que nós queriamos era pedras. E lá resolvemos (com o bocadito de pressão minha) a regressar pela já conhecida volta das praias. Rumámos à das Maças, onde a sempregrande molho de bicicletas espectacular descida da areia, rasga sorrisos enormes nas faces dos pedalantes. Prossegimos via Caminhos do Vinhateiros, Azenhas do Mar, Janas, Capela onde pouco depois, um solitário pedalante remendava um furo juntando-se a nós no regresso. Seguimos pelo caminho das pedras, Lourel e Algueirão pouco depois das 13h com mais ou Ir para o topo da páginamenos 43 km."

  • ciclista com a bicicleta à mão numa grande subida11 de Maio 2008
    Hoje eu estava eu feliz com o meu “investimento” numa suspensão nova e esperemos que um bocadinho melhor que anterior. Depois dos esperados elogios (até eu me rendo a estas coisas) lá se tratou de avançar no pedal certos de mais uma bela volta com duche incluído. Seguimos apara Sintra num pedalar desenfreado onde o vento forte de frente transformou uma zona plana numa valente subida.
    umas quantas quedas junto aos Capuchos Chegados a Sintra, nada como começar com uma valente descida tomando o caminho dos castanheiros até Galamares. “Uiii…” foi o som mais ouvido ao longo da descida e ainda com os sorrisos bem abertos tratou-se se entrar nos caminhos ao longo da ribeira junto da “coisa” do golfe. Agora nada como começar a subir, e que subida, daquelas que até os mais bravos(as) reclamaram “isto assim não dá… a ideia é andar na bicicleta, não acartar a coisa”, mas a coisa depois passa. Entrou-se nos caminhos junto a Monserrate, bem bonitos por sinal, onde com uma mas suave subida a malta pode voltar a por os pulmões para dentro. De Monserrate até aos Capuchos era a subida habitual onde ainda se fizeram sentir os estragos da valente subida anterior. Finalmente no alto agora era só chegar aos Capuchos aproveitando ao máximo o trilho maravilha. Uma quedas (parados) aqui e ali alegraram a foto de grupo no Pisãomalta que nestes momentos ri mais que o que ajuda. Paragem para a trinca e nova queda…. E agora? Bem vamos descer até à barragem, já se subiu tanta vez. E assim foi, vai de largar uma data de marmanjos e marmanjas serra abaixo e sem se ouvirem “é pá isto é só descidas…” chegou-se ao açude da barragem. Mas ainda não era aqui a paragem para o boneco pois seguiu-se para o Pisão pelo meio de uma grande molhada de patinhadores que lá foram abrindo caminho para passarmos “olha aí à frente… deixa passar os ciclistas… encosta à direita…”. No meio desta confusão, fez-se uma paragem relâmpago para o boneco e depois fugir pois lá vinham novamente os patinhadores qual tsunami.dois trabalham e os restantes onze olham Seguiu-se na direcção do autódromo com mais umas descidas bem rápidas a fazerem a delícias dos pedaladores.ciclistas reparando um furo






    Com um furo a obrigar a uma rápida paragem depois de um rápido pedalar incentivado pelo aroma vindo das vaquinhas que por ali andava e uma queda mais manhosa num molho de pedras do nosso ciclista acrobata (tem-se safado de cada uma) chegou-se à Penha Longa. Ao que isto já chegou, até eu tive que dar umas bombadas para repor o ar que com isto da nhanha milagrosa até que passou despercebido. eu a dar à bombaMais à frente e um pouco reticentes lá nos enfiámos à aventura por um caminho para nós novo que seguindo ao longo do muro termina no Linhó já junto da entrada para a Lagoa Azul. Como estavam uns quantos a quinarem-se “...Quê? Já de volta? Só 1724 calorias? Só 29 Kms? Sem côdea…?” nada como uma ligeira incursão serra acima contornando a Quinta dos Eucaliptos para depois voltar a descer terminando junto dos viveiros. Agora era o caminho do costume, prisão pelo caminho dos caracóis, atravessar o IC19 (por baixo) e regressar ao Algueirão via S. Carlos atravessando a linha do comboio no lugar do costume. Chegou-se às 13h00 com mais ~37Kms pedalados e a minha suspensão devidamente testada. Ir para o topo da página
    ... e afinal até nem chuveu grande coisa…..

  • foto de grupo na praia do magoito4 de Maio 2008
    Com a proposta de uma ida a Cheleiros tratou-se de dar mais ao pedal e menos à língua e seremovendo os restos da travessia mais enlameadaguiu-se pelo Algueirão Velho direito às Raposeiras. O nosso amigo Luís juntou-se-nos já nas Raposeiras onde então se seguiu pela estrada na direcção da Pedra Furada. Junto das Vacarias o cheiro incentivou o pedalar onde se galgou tudo com uma velocidade anormal. Primeiras lamas, primeiras cada um estendo as meias onde podereclamações “se era para isto linha ido antes ao SPA”, mas nada que uns “qué que queres???” não resolvam junto com algum malabarismo e uns sapatinhos enlameados. Continuou-se a pedalação e um bocadinho antes dos Penedinhos virou-se à direita na direcção da Maceira. Pedalada calma e conversadeira e estava-se atravessando a ribeirano alto da descida da cascata junto a Anços que nos leva ao vale de Cheleiros. Descida própria para descedores (assim nem se vê a cascata) e já se estava junto da ribeira para o primeiro lava-pés do dia. A maioria tratou de saltitar de pedra em pedra restando alguns bravos(as) que sem medos enfiaram os pés na água atravessando assim a ribeira (ou seria só para lavar os pés). Novamente no pedal chegou-se a Cheleiros para a paragem habitual para o lanchinho. Deu-se ao dente e à língua com fartura retomou-se a pedalação com ideia de avaliar o estado do vale para a descida do Lizandro que se o nosso amigo jorge lavando os pes na ribeiraaproxima, mas pensando em chegar a Almorquim por estrada. Na investigação à travessia da ribeira junto da Aldeia de Broas a nossa amiga foto de grupo na ponte de pedra no vale da cabrelaAmélia atirou-se às águas deixando-nos sem opção que não a de a seguir e lá fomos pedalando ribeira fora. Já que se estava ali, agora era subir o vale de regresso a casa. Umas lamas aqui e ali e muita pedra por todo o lado, fomos avançando ao longo do vale. Fez-se ciclista com água quase até aos joelhosuma paragem na ponte de pedra para o boneco da geral e umas quantas opinadelas sobre como salvar o mundo seguidos de um “vamos por esta lado para variar”. Erro! ciclista carregando a ciclista monte abaixoTrocámos um caminho menos mau por um mesmo mau com umas travessias aquáticas onde finalmente sujei os meus sapatos até aos joelhos. E foi conversando e pedalando que se chegou a Fervença depois claro da grande subida para sair vale. Cortou-se a direito pelas pedreiras para evitar a estrada e até se andou com as bicicletas e a ciclista às costas monte abaixo. Retomada a compostura e retomou-se também a pedalada, atravessou-se campo Raso regressando ao Algueirão via Cavaleira já com uns quantos a menos que atalharam caminho para chegar mais cedo a casa. Chegou-se ainda antes das 13h00 com quase 30kms andados mas muito conversados.Ir para o topo da página

  • marcos geodésicos no monge em sintra1 de Maio 2008 Trabalhando o pedal.
    Como o nosso amigo Pedro se estava a queixar de que andava a queimar poucas calorias, nada como um sobe a subir na serra para resolver a coisa. Seguimos por S. Carlos direitos à prisão de Sintra, fez-se a voltinha da Lagoa Azul e desceu-se à barragem da Ribeira da Mula para só então iniciar as hostilidades que é como quem diz “suubiiir”. foto de grupo na praia do magoitoPedalando calmamente foi-se vencendo o declive e quando demos por ela já se estava nos Capuchos, como não chegava, nada como a “mata cavalos” direitos ao Monge. Só com uma breve paragem junto ao memorial, chegou-se ao Monge sem percalços. Uma paragem para o boneco e o lanche junto ao túmulo (mesmo a propósito) e depois das brejeirices do costume relativamente aos marcos geodésicos entrou-se num trilho com ideia de descer até à Urca.

    Agora sim, uma cena ao nível do National Geographic no seu melhor:
    - Um dos muitos machos da fauna local que vagueiam por estas matas montados em estranhas máquinas marcou uma árvore como os seus odores, certamente delimitando o território. Uma fêmea que seguia noutra alcateia e certamente atraída pelo odor de um macho desconhecido fez uma manobra com a sua estranha máquina indo-se rebolar no local certamente no intuito de apagar esta marca que obviamente não era da sua alcateia. Este é certamente um dos comportamentos mais estranhos, mas muito característicos desta estranha e colorida espécie e suas máquinas.
    Com tanto espaço para cair nesta serra …. é preciso ter habilidade… ou azar.

    sardinhas num prato em santa eufémiagrupo de ciclistas comendo sardinhasSem mais comentários (para quê) lá se foi descendo os trilhos, mas não na direcção da Urca, acabando novamente a meio da subida para o Monge, e olha desceu-se aos Capuchos. Por sugestão (desde o Algueirão) do amigo Pedro Mourão, apontou-se a Santa Eulália seguindo os caminhos dofoto de grupo em santa eufémia com os representanted da junta de freguezia de S. Pedro de Penafrim costume no alto da serra com mais uns quantos meio inventados. Trepou-se à Cruz Alta (pelo menos perto) para abrir o apetite para as sardinhas que nos esperavam. Chegámos mesmo na hora que estavam as primeiras a sair da grelha. Aqui o nosso obrigado à Junta de Freguesia de S. Pedro de Penafrim que ao que agora sei mantém viva esta tradição oferecendo as sardinhas aos que se derem ao trabalho de amarinhar até lá ao alto.descendo as escadinhas


    Claro que se assinalou o evento com um boneco dos pedalantes no meio dos ilustres anfitriões, isto obviamente depois de termos enfardado umas quantas sardinhas (e estavam boas!).
    Ainda a cheirar a sardinhas iniciámos a descida a S. Pedro e com umas variantes e uma bela de uma escadaria chegou-se à Estefânia. Agora não tinha nada que saber era o caminho do costume de regresso ao Algueirão onde se chegou muito perto das 13h00 com uma carrada de quilómetros que já nem me lembro depois de um belo dia de pedalação.
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  • grupo de ciclista mirando um geocaching27 de Abril 2008

    Magoito, seria o Magoito o nosso destino de hoje. Iniciou-se o caminho via Lourel, seguiu-se pela Terrugem e foi quase sem caminha muito pouco caminhavelse dar pelos quilómetros que se chegou aos moinhos junto a S. João das Lampas. Aqui o nosso amigo Jorge Lima mostrou-nos o que era um “Geocaching”, como se encontram (e se escondem) e qual a filosofia da coisa (um dia destes vamos partir em atravessando a ribeirabusca do cach escondido). Depois da breve paragem o objectivo agora era seguir na direcção do mar (Magoito) o que nos levou por um caminho do mais intransitável que se pode pensar com buracos e pedras para todos os gostos e feitios valendo-nos a travessia da ribeira no final de tal tormento, um lugar bem bonito, seguido claro de uma valente subida. Lá fomos foto de grupo na praia do magoitopedalando e inventando aqui e ali mas sempre avançando em direcção ao ponto previsto.
    Entrámos na Praia do Magoito pelo lado do miradouro descendo então o caminho até à ponte sobre a ribeira ande se parou para o lanchezinho da praxe e respectivo boneco de grupo. Retemperados, nada como uma valente subida para abrir o pulmão.subindo um trilho algures junto à varzea de sintra
    Seguindo os caminhos ao longo da costa chegou-se à praia da Aguda para num breve mirar e continuar caminho até às Azenhas do Mar. Aqui deixou-se o mar pelas contas e entrou-se na mata iniciando o caminho de regresso e como ainda era cedo nada com inventar uns caminhos acabando por ir dar à Várzea. Ainda encontrámos o nosso amigo Pedro que nos convidou para o churrasco, mas já era tarde, ficou para a próxima.
    Por caminhos conhecidos passou-se o Lourél e chegou-se ao Algueirão já muito perto das 14h00 com ~40Kms pedalados.Ir para o topo da página

  • 25 de Abril 2008 Hoje para mim foi só meia volta (mesmo assim 24kms) para entreter o corpo e alma. Mas a pedalação continua e nosso amigo Pedro Mourão tratou dos bonecos e da crónica que aqui segue.

    pedalando algures perto da Terrugem“Dia 25 Abril feriado nacional, 11 bicicletantes responderam à chamada para mais uma voltinha, lindo dia de sol, a primavera deu ar da sua graça. Hoje, o nosso guia passou o testemunho ao estimado colega e amigo Jorge Lima, que se encarregou de nos proporcionar um agradável passeio até aos moinhos do Funchal. Com passagem por Odrinhas, visita ao museu arqueológico, onde para alguns, os sarcófagos ali existentes foram novidade! Opinou-se a época exacta da sua criação, para uns era medieval, para outros celta, etc. deixemos isso para quem sabe.
    foto de grupo em OdrinhasFeito o boneco do grupo, seguimos o nosso passeio sempre guiado pelo nosso experiente guia até aos moinhos. Eu ainda disse “eh pá! descemos o vale e vamos até Mafra! Hoje é dia da liberdade as “nossas” não nos vão castigar!” Mas com um guia deste calibre, inflexível, convicto e espírito de um verdadeiro líder, foram infrutíferas as minhas intenções. De regresso, rolámos num verdadeiro espírito de grupo com uma alegria contagiante (deve ser do tempo, o sol faz destas coisas). Chegámos às 12 horas com ~38 km percorridos. Para todos um abraço de amizade e até domingo. Bicicletando sempre.”Ir para o topo da página

  • 20 de Abril 2008 Com as chuvadas que têm caído pensava que era o único maluco a aparecer no café, talvez até com alguma esperança de volta para a cama, mas não, afinal existem mais malucos (e malucas) que se prestam a estas coisas.foto de grupo em Giguerós
    Seguimos para a Serra de Sintra onde conseguimos encontrar tudo o que era subida do mais a subir que há, até descemos quase a Colares só para subirmos mais. Tirámos o boneco de grupo nos Guigueirós e vai de subir até aos Capuchos. Fartos de subidas entrámos nos trilhos do costume no alto a serra aproveitando ao máximo tudo o que eram descidas incluindo algumas bem aquáticas e outras inventadas.
    Acabámos em Monserrate para um final “estica a perna” de regresso a Sintra via Seteais e uma breve paragem em Sintra para lavar a máquinas antes do regresso ao Algueirão. E assim fica mais uma crónica do tipo Ir para o topo da páginainstantânea para testemunhar mais ~35kms de muita pedalação.

  • grupo de ciclista descendo par o vale da cabrela13 de Abril 2008
    E onde vamos hoje? Humm?
    … e vai de ir até à Aldeia de Broas…

    Desceu-se a Sacotes, seguiu-se por Campo Raso, Ral, Alpolentim , quase Alfaquiques, tudo em calma mas conversadeira pedalação. Sem novidades chegou-se à Godigana já ao som do “onde estão as descidas?” e “onde estão as subidas?” a coisa estava muito calma e nada como a entrada no vale da Cabrela via Godigana para animar a malta com uma valente descida e o primeiro molha pés do dia. grupo de ciclistas atravessando a ribeirasEm filinha pirilau lá se foram aventurando nas águas pouco profundas atravessando a coisa em estilo próprio. Um molha pés depois e aí estava a primeira grande e já nossa conhecida subida para se chegar a Faião. Assim, cada um dando ao pedal como pode, lá se chegou ao alto de pulmão bem aberto. Com uma roda ligeiramente empenada a ter que levar uma reparação de emergência foi-se chegando a mais uma descida digna desse nome que do alto de Faião nos leva até à Aldeia de Broas onde se chegou com um grande sorriso na cara para dar de caras com um molho de tipos de camuflado (um até tinha pelos qual abominável homem das moitas) que se preparavam para uma daquelas guerrinhas a fingir. Foto do grupo em CheleirosEstava-se mesmo a ver que para não sermos utilizados como escudos humanos ou outra atrocidade do género que teríamos que continuar a dar ao pedal transferindo assim a paragem do lanche para Cheleiros. Subiu-se um bocadinho (com menos alegria) e inventou-se um caminho manhoso mas muito giro na direcção de Almorquim onde depois de mais uma descida se entrou no alcatrão para uma rápida pedalação até Cheleiros. Paragem revitalizadora com boneco a preceito e depois de opinar sobre os problemas do mundo retomou-se a pedalação que é para isso que a malta aqui está. Deixou-se grupo de ciclista a atravessarem uma ribeiraCheleiros para trás no sentido de Anços para revisitar a subida da cascata até à Maceira. É claro que nos esperava mais uma aventura aquática com a travessia da ribeira que se mostrava um bocadinho complicada, mas nada que faça para um molho de pedaladores destemidos. grupo de ciclista a atravessarem uma ribeira






    Com os mais aventureiros a atirarem-se sem medos ribeira fora, outro mais no “saltitar de pedra em pedra” e até mesmo um mergulho com mortal encarpado (grande molha amigo) lá se foi chegando ao outro lado.ciclista muito molhado a atravessar a ribeira e depois recupera o óculos da água

    Resgatado o naufrago das águas bem como os seus óculos que teimavam em ficar no fundo da ribeira, curaram-se as feridas (as do ego curam-se em casa) e iniciou-se a longa mas bonita subida ao longo deste vale. Como o grau de dificuldade não era suficiente para alguns dos atletas, nada como escaqueirar o selim para alegrar a festa.bicicleta com o selim partido Depois das bocas do costume em torno da ausência de selim lá se resolveu a coisa com umas fitas e muita habilidade minimizando o estrago (e quiçá a alegria do pedalador) permitindo a continuação da volta. De pulmão novamente bem aberto foi-se chegando a Maceira para novamente entrar no alcatrão.
    Perante a pergunta “querem atalhar para casa ou inventar mais uns caminhos cheios de lama?” a resposta foi unânime…. “Inventar!...Lamaa!”. E assim foi. Entrou-se por caminhos desconhecidos perto da Pedra Furada para acabar por encontra caminhos já nossos conhecidos contornando a Morelena na direcção foto da uma vaquinha algures durante a voltado Sabugo. A nossa passagem foi aplaudida pelas vaquinhas que pastavam por ali (deviam estar a pensar “com tanta ervinha boa estes malucos andam por aí de biciclenta…muuu”). Com mais uns trilhos meio malucos a fechar a volta e não sem um furo para completar o ramalhete, chegou-se depois de uma valente subida (Sacotes) novamente ao Algueirão pouco depois das 13h00 com ~40Kms Ir para o topo da páginapedalados e muita lama para tirar das bicicletas.

  • vista da serra de sintra do alto de Belas
    6 de Abril 2008
    para abrir o trimestre, nada como não escrever a crónica aqui, Ir para o topo da páginapor isso vá de clickar no link do Túnel de Belas que foi por onde pedalámos.



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