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Crónicas das Voltinhas da Malta no 1º trimestre de 2008....,           Ver dia
  • atravessando a ponte junto à praia das maçãs30 de Março 2008, com a mudança da hora e um amanhecer a pedir pedalação, a coisa depois do café complicou-se e pregou-nos uma carrada de água que até fez recolher ao recato do lar uns quantos dos pedaladores. Mas mesmo que intensa, foi coisa pouca e já no Lourel a coisa acalmou permitindo um magnífico dia de pedalação. Seguimos para as praias e num pedalar ritmado (deve ser da chuva) e galgando tudo o que era caminho, chegou-se num ápice a Colares pelos trilhos do costume sem parar seguiu-se para a Praia das Maçãs. foto de grupo na Praia da Maçãs
    Atravessou-se a pontezinha (novidade para mim) com uns bonecos para comprovar o acontecimento e zás, estava-se na Praia das Maçãs pouco depois da 10 da manhã. Nada como mirar as vistas, trincar o lanche, fazer mais um boneco para a posteridade e voltar a montar nas máquinas e continuar caminho ao longo da costa na direcção da Azenhas do Mar. Com um ventinho vindo do mar e um dia a melhorar cada vez mais, “trilhou-se” furador de serviçojunto da falésia para já nas Azenhas se acrescentar uma ida até à Aguda que o dia ainda era uma criança. Aproveitando para umas aventuras pedalísticas aqui e ali, lá se chegou à Praia da Aguda para nova breve paragem. Retomou-se caminho na direcção de Gouveia que se fez em ritmo conversador. Breve paragem para … nem sei bem… e vai de continuar caminho mas agora com um variante entrando-se na zona que ardeu e já mostra sinais de recuperação com um imenso verde onde o nosso amigo “Engenheiro” tratou de rebentar uma câmara-de-ar num tentando descobrir o caminho maritimo para a índiados seus muitos saltos e pulos (…ele cansa-se...) permitindo-nos o desfrutar da natureza e claro de opinar com fartura sobre as técnicas de reparar furos. Resolvida a coisa retomou-se o sobe e desce e já junto a Alpolentim o nosso amigo salta-pocinhas fez-se às águas (com muita lama) numa certa tentativa de chegar às Índias sem contornar o cabo da boa esperança. Depois deste momento único e com um elemento a mostra uma coloração tipo “banho de lama” retomou-se o caminho de regresso ao Algueirão com passagem no Lourel onde nos despedimos do amigo Luis. Chegou-se cedo (meio dia e Ir para o topo da páginapouco) e com mais ~40Kms de animada pedalação.

  • 23 de Março 2008, Voltinha do domingo de Páscoa que na minha ausência mais uma vez foi feita pela mão do amigo Pedro Mourão...

    fotos várias da voltinha de Pascoa"Domingo de Páscoa e sem o nosso guia, razões relacionadas com a época!
    13 bicicletantes compareceram à chamada para mais uma volta, desta vez sem ideias, nem quem se chegasse à frente. Timidamente fomos rolando e quando demos por nós estávamos em Sintra, pensámos em fazer uma voltinha, tipo tuti-fruti, com um bocadinho de tudo o que já vem sendo habitual com umas variantes que sabem sempre bem. Subimos a São Pedro pelo caminho da Alba Longa, que nos leva até ao jardim da Vigia, depois calçada do Rio da Bica, Castelo São Gregório, Castelo dos Mouros, saída junto aos lagos e em vez da tradicional subida até aos Capuchos, descemos a Azinhaga do Vale dos Anjos até aos Seteais, passagem junto à quinta do Relógio, Caminho dos Frades, Caminho dos Castanhais, Ponte Redonda, Caminho das Bolinhas, Galamares. Pausa habitual para o lanchezinho, de regresso, Moinho Torrado, Carrascal, Várzea, Lourel chegada ao Algueirão às 11.30 H com 26 km. Hoje a volta foi mais curta por razões óbvias.
    Até para a semana.
    Bicicletando sempre."
    foto de grupo algures em sintra
    Ir para o topo da página ... e assim foi...

  • pedaladores no alto do penedo lexim
    16 de Março 2008
    , Uma voz levantou-se e disse "Vamos ao Penedo Lexim." e assim fomos ao Penedo Lexim....Ir para o topo da página

  • 9 de Março 2008, Com a morrinha matinal a convidar uma volta menos lamacenta, lagoa junto aos Capuchosa Serra de Sintra foi a escolha natural e assim sendo fizemo-nos ao caminho. Algueirão Sintra, nada de novo com a paragem tradicional junto ao Palácio. Umas afinações aqui e ali, mais uns bonecos a condizer e vai de trepar a serra mesmo por estrada. Aqui, estranhamente, uns quanto perderam-se seguindo para Seteais, mas um telefonema depois e já estava tudo no alto da rampa da pena. Reunidos, rumou-se aos Capuchos pelos caminhos do costume usando e abusando dos sobes e desce que fomos encontrando. Com um pequeno desvio parou-se antes na lagoa perto dos Capuchos para o boneco de grupo… e para variar.
    foto de grupo Com uns contentes com as subidas, outros com as descidas e ainda outros com tudo o que tenha a ver com pedalar continuou-se caminho na direcção dos subindo para os CapuchosCapuchos com umas voltinhas pelos Mosqueiros antes de chegar ao parque de campismo (sim aquilo nos capuchos terá sido um parque de campismo). Entrada nos trilhos da Tapada do Saldanha e com mais umas invenções acabou-se no estradão dos jipes junto a mais uma pela que revela agora uma casa.
    Claro que no a subida finalentretanto e no meio de tanta alegria de sobe e desce o grupo perdeu-se novamente nos labirínticos caminhos da serra tendo que se recorrer novamente às modernas tecnologias para reagrupar o cardume. De regresso e pensando passar pelos castelo dos Mouros, nada como um “e que tal para acabar uma subida à Cruz Alta?” seguido de uns “ hummm… está bem…. se é para partir” e assim se fez. Amarinhou-se em primeiríssima a curta mas acentuada subida lá até ao alto da Cruz. Enfiaram-se os pulmões para dentro e agora não tinha nada que saber, serra abaixo direitinhos a S. Pedro , isto claro com uma pequenas variações para repondos os líquidosanimar. Com mais uma reparação feita na hora, atravessou-se a feira seguindo para Chão de Meninos para nova descida onde já perto de Vale Flores um dos pedalantes escapou-se de uma queda daquelas mesmo feias que nem ele sabem como. Agora que foi artístico lá isso foi. Mais umas pedaladas e estava-se de regresso ao Algueirão com ~33Kms e chegada pouco depois do meio-dia que até deu tempo para repor os líquidos.Ir para o topo da página

  • subindo até à Peninha2 de Março 2008, Um sol lindíssimo estava mesmo a pedir uma volta a condizer, por isso e depois de muitos “… e se formos a…” lá se inventou uma ida ao Cabo da Roca que afinal nem foi até ao dito cabo. Pedalando em ritmo conversador mas rápido fez-se sem novidade e por caminhos já bem conhecidos a ligação entre o Algueirão e os Capuchos com uma subida da Serra pelo estradão dosreparando o pedal jipes.

    Um breve mirar em volta já nos Capuchos e vai de seguir para uma curta paragem no miradouro a meio caminho para a Peninha. Depois dessa paragem vai de pedalar estrada acima até lá bem ao alto de onde a vista sobre toda a costa é um regalo para a vista. mostrando como se dá uns toques na bolaBreve paragem sem desmontar e depois dos avisos sobre os perigos da descida em direcção à Azóia lá nos lançamos todos serra abaixo. Primeiro incidente com um pedal a necessitar de uma aparafusadela resolvido com a habilidade do costume. Retomou-se a descida na direcção da Azóia onde o grupo se dispersou perdendo o contacto uns com os outros. Já perto da Azóia recuperou-se um dos grupos tresmalhados e perante a quantidade de duas rodas motorizadas que afluíam ao Cabo da Roca achamos melhor alterar o programa e ir antes ao buraco do Fojo.O Burado do Fojo


    Rumamos assim para uma paragem na Urgueira para recuperar os restantes tresmalhados.
    No largo da Igreja (ou capela?) aproveitou-se para uns toques na bola trincar o lanche e mirar bem as vistas. Recomposto o grupo iniciaram-se uma série de descidas bem manhosas onde só os mais destemidos (ou inconscientes…) se atreveram a faze-la montada. Com um furo para animar lá se foi pedalando até ao famoso buraco. Eis chegados e aquilo sim era um buraco digno de nove, nem sabia que o Fojo tinha um buraco assim. Mirou-se, opinou-se e muitos outros “ou-se” apropriados ao momento, mas estava na hora de começar a pensar no regresso que se apresentava penoso.
    Foto de grupo
    Depois do boneco da praxe, desceu-se à Praia da Adraga só pelo “prazer” de subir a Almoçageme, aqui alguns mais apressados trataram de atalhar para casa. Desceu-se à Várzea com as pernitas a mostrarem o desagrado pelos longos quilometros a pedalarde Colares para entrar no já nosso conhecido de regresso via Mucifal. Com alguns a mostrarem alguma dificuldade em as pernas obedecerem ao cérebro lá se foi passando o Carrascal, Cabriz, Lourel com a já conhecida e longa subida do supermercado para dar entrada no Algueirão via Cavaleira onde se deu por finda a volta já depois das 14h00 e com ~46Kms pedalados.

    Resumindo…foi uma coça valente.
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  • na Lagoa Azul24 de Fevereiro 2008, Com o Domingo mostrar-se um bocadinho melhor que o Sábado lá se juntaram os ciclistas do costume, menos o nosso amigo Mourão que se apresentou à civil. A coisa não começo bem para o amigo Pedro que depois de ter pedalado de casa até ali teve que dar por finda a volta pois com roda livre por muito que pedalasse não ida longe em contrapartida o “Engenheiro” parece uma árvore de natalestava feliz com a sua máquina nova. Seguimos avenida abaixo rebocando e empurrando o avariado, seguidos de perto pelo Mourão que nos acompanhou até à passagem sobre a linha. O destino era a Serra pois com estas cargas de água nem valia a pena pensar mais no assunto. Atravessou-se o IC19, passou-se a prisão e cicloalpinismoamarinhamos uns trilhos muito interessantes na direcção da Tapada da Cruz Alta (onde o nosso amigo Mourão nos ligou… não resistiu… vinha ter connosco). Como previsto desceu-se (que grande descida) na direcção da Lagoa Azul. Agora com mais um elemento (e menos o avariado) contornou-se a lagoa para a pequena travessia aquática. Como a coisa estava com um grau de dificuldade muito baixo, nada como inventar um atalho de bicicleta às constas onde mostrámos mais uma vez as nossas capacidades acrobáticas e certamente poupámos uns 3 ou 4 metros. Chegados ao estradão “dos jipes” era só amarinhar a serra, foto de grupocoisa que se fez em ritmo conversador.


    Entrou-se na Tapada do Saldanha e rapidamente se chegou ao cruzamento dos Capuchos. Como o destino era a Peninha só se fez uma breve paragem, mesmo a tempo de ver a cara do dono do cão que se rebolava na poça mais enlameada que por ali se econtrava ao mesmo tempo que pensava como ia levar o animal agora para casa. Parámos no miradouro para o lanche e respectivo boneco com ajuda de um passeante e uns pozinhos de perlimpimpim para fazer aparecer o “avariado” no boneco. na PeninhaMais uma sessão de amarinhar a Serra e estava-se na Peninha. Mirou-se tudo e com o sol no horizonte vai de descer na direcção do Guincho para contornar a serra. Já depois do parque das merendas um “… e se formos ao Templo Celta?” seguido de um “… bora lá” deu novo rumo ao passeio. vista sobre o Guincho



    Praticou-se a escalada natural que com os sapatinhos de pedalar não é das melhores coisas e claro que se miraram a magníficas vistas sobretudo por a zona das praias estar iluminada pelo sol. novamente o alpinismo como actividade complementar ao BTT




    Desamarinhámos do alto do Templo e retomou-se o caminho dos Capuchos para levar com uma carga de água daquelas até ao osso. Está cientificamente provado, pedala-se com muito mais convicção com chuva. Já nos Capuchos a coisa acalmou e retomaram-se os trilhos novamente pela Tapada do Saldanha. A ideia era descer já perto da Lagoa Azul, mas no meio das invenções acabamos por encontra um daqueles trilhos mesmo a descer comdescendo que nem um maluco pedras para todos os gostos e feitios para gáudio dos mais aficionados deste tipo de adrenalinas. Como “Engenheiro” a mostrar que não basta uma máquina nova, também tem que se ter pernas, fomos fazendo o caminho de regresso via Lagoa Azul, Caminho dos Caracóis, Mem-Martins para novamente atravessar a linha do comboio. Mais umas pedaladelas e estava-se no ponto de partida ~43Kms depois e já muito perto da 14h00.

    Grande barrigada de bicicleta e mais de 3000 calorias queimadasIr para o topo da página nesta incursão à Serra.

  • Praia da Samarra
    17 de Fevereiro 2008, Ver Volta da Praia da Samarra 3
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  • 10 de Fevereiro 2008, Estive viajanto por além mar, mas a pedalação continua.
    Pedro Mourão de farpela nova Cá vai mais uma vez pela mão do amigo Pedro Mourão que de farpela nova guiou a tribo pelos trilhos fora.

    reparando o furo"Bonita manhã de Primavera, mas um pouco fria. Lá nos encontrámos para mais uma volta de domingo, hoje com a presença de 15 bicicletantes que cheios de vontade de pedalar se lançaram à estrada para mais uma volta até às praias. Chegados à vila ficámos reduzida a 14 o nosso amigo José M. optou por uma volta pela serra.
    atravessando a ponte



    Continuámos descendo a rua da Pendôa, caminho dos Castanhais, Ponte Redonda, Galamares, Eugaria aqui com uma pausa para reparação de um furo, que o nosso amigo Jorge se prontificou a ajudar um dos colegas estreantes, aproveitando os restantes para contar nas Azenhas do Marumas anedotas.

    De volta à pedalação passagem pela quinta do Vinagre, subida do cemitério do Mucifal, Colares, Praia pequena, Praia das Maçãs, Azenhas do Mar com paragem obrigatória para o repor de energias e respectivo boneco do grupo.
    O Jorge aproveitou a pausa para descansar, pois a sua prestação mecânica deixou-o bastante fatigado.
    De regresso às lides passagem por Janas, Capela de São Mamede, com foto de grupoum desvio do caminho habitual para evitar o caminho das pedras, passagem por Alpolentim, Vila Verde, Campo Raso com chegada ás 13 horas com ~43 km.
    Os três estreantes estiveram à altura do proposto.
    Até para a semana com o nosso guia de regresso.
    Bicicletando sempre."
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  • eu e a minha hérnia de estimação3 de Fevereiro 2008, Eu ainda tentei e até cheguei a S. Pedro, mas a minha hérnia discal não estava para pedalações e isto de pedalar em sofrimento não é para mim, por isso toca de voltar para casa e encharcar-me nos comprimidos SOS que me deixaram relaxadíssimo o resto da tarde.
    Mas a volta continua com a crónica mais uma vez pela mão do amigo Pedro Mourão.

    subindo o trilho para o castelo"Manhã fria e com muita chuva não demoveu oito bravos bicicletantes que se atiraram à estrada como marinheiros, sim, a chuva era tanta que mais parecia que de navegar se tratasse. Após uma troca de impressões com o nosso guia decidiu-se por mais uma incursão à Serra que com este tempo chuvoso sempre se anda melhor. Seguimos por estrada até Sintra via Portela para depois iniciarmos a subida até São Pedro de Sintra pela conhecida volta do caracol. Chegando ao Jardim da Vigia, seguiu-se pela calçada da Penalva até à Fonte do Rio da Bica, depois Monte Sereno, rampa do castelo, Ruínas da Igreja de São Pedro de Penaferim (monumento do sec.XII), onde se fez o foto de grupoboneco do grupo.
    Saímos pelo portão junto aos lagos, rampa da pena a cima, entrámos na Tapada do Mouco, pelos trilhos habituais até aos Capuchos, aqui fez-se uma breve pausa e novamente a pedalar, sim, porque com este frio não dá para grandes pausas, entrámos na Tapada do Saldanha, saímos junto à quinta de Vale Flor, seguimos por alcatrão até à Azinhaga do Vale dos Anjos que nos leva aos descendo o trilho do casteloSeteais passámos pela rua das Padarias Vila, Estefânia, Portela de Sinta com chegada ao Algueirão pela 12 horas com ~34 km.
    Gostaria de expressar uma palavra de reconhecimento a todos estes colegas que com as condições adversas de hoje não deixaram de estar presentes.
    Um Abraço a todos.
    Até para a semana.
    Ir para o topo da páginaBicicletando Sempre"

  • primeira grande subida27 de Janeiro 2008, É, fomos até ao Monsanto.
    À hora combinada lá estava tudo pronto para uma pedalação Monsanto foram por caminhos mais “panos” que os de Sintra. Para começar uma ida até ao Parque da Pedra onde só os mais atrevidos se lançaram pela descida abaixo contornando os restantes o “buraco” para nos atirarmos à planura da subida até à Cruz das Oliveiras. Aqui os primeiros “é pá .. eu disse-te que era muito a subir” fizeram-se ouvir, mas como já estava tudo no na pista dos pulosalto a coisa passou.


    Atravessou-se a A5 e entrou-se nas matas em direcção ao Alvito com paragens aqui e ali para ver as vistas e para “brincar” nos diversos sobe e desce que por ali pululam. Mais umas pedaladelas estava-se no Alto da Ajuda onde o nosso amigo João deu um espalho daqueles sem saber ler nem escrever mas para além do orgulho nada ficou estragado. Subimos até ao lago dos patos para a paragem da merenda e claro do boneco de grupo onde nos amontoamos para caber todos.
    foto de grupoPartiu-se monte abaixo para já junto a Caselas virar em direcção da Luneta dos Quartéis. Agora foi a vez do amigo Zé estraçalhar o quadro da bicicleta acabando assim para ele a volta fazendo o regresso ao carro por caminhos mais planos. Passou-se os Bombeiros ao fim de mais uma subida e já perto da Luneta foi a vez do amigo Gromicho se estatelar no chão quando alguma coisa lhe bloqueou a roda (queda mais estranha) no meio de nada. Recomposto lá se continuou caminho. Atravessou-se a estrada na direcção do tribunal onde depois de uns quantos “por aqui… não por ali,… ou será melhor por acolá…” finalmente entrámos no trilho (bem a descer e bem giro) onde se encheu a barriga de descida. Passou-se junto do junto ao Pina ManiquePina Manique para se iniciar nova subida até ao tribunal (aqui todos os caminhos vão dar ao alto da serra), primeiro ligeira, mas depois um bocadinho mais puxada dando azo a mais uns quantos protestos. De novo no alto da serra nada como regressar à Cruz das Oliveiras para “cobrar” a subida do inicio da volta e desce-la até farta. È curioso mas esta descida também tem umas subidas que não pareciam estar lá quando se fez em sentido contrário. Regressados ao Parque da Pedra a um dos nossos amigos (é tem que se levar água e comida) acabou-se-lhe a pilha, mas como era já ali a chegada lá se desenrascou e chegou ao final bem como todos nós. A coisa deu-se por terminada perto das Ir para o topo da página12h30 com pouco mais de 24kms e com a certeza de que o Monsanto não é assim tão plano.
  • vendo as curiosidades locais20 de Janeiro 2008, Cá vai finalmente a crónica, no formato instantâneo que o neurónio não dá para mais.
    Por caminhos conhecidos e lamacentos até demais chegou-se aos moinhos de S. João das Lampas, isto claro com umas pequenas invenções pelo caminho bem como umas miradelas às curiosidades locais.foto de grupo
    Depois de breve paragem para a trinca, Zás, tirou-se o boneco. Estava na hora das grandes invenções toca de nos enfiarmos em tudo o que era beco, subida e descida o que nos levou (nem sei se lá consigo voltar) a muitos lugares novos e a repetir.travessia aquatica




    O primeiro foi o da travessia aquática que até fez esquecer a subida do outro lado feita à mão. Uma fonte com um tanque que deu para lavar quase tudo.aqui lava-se tudo







    Mais uns becos e uns quantos trilhos inventados de tal maneira que já estava tudo aos gritos na mata “é pá é por aquiiii…” isto claro depois de acartar a bicla à mão monte subindo o monteacima.
    Já de regresso aos caminhos conhecidos o pessoal começou a dispersar devido ao adiantado da hora (que por sinal até era cedo) fazendo os restantes o caminho de regresso ao Algueirão. Chegou-se pelas 12h30 e com uma paragem final para a lavagem das máquinas deu-se por finda a volta com uns quantos quilómetros que já não me lembro quantos.

    Ir para o topo da páginaP.S. Repetir … mas sem as lamas.

  • muita lama13 de Janeiro 2008, Depois da chuva nada com ir confirmar que a lama estava lá pois mais ninguém se chegou à frente com um programa para a volta. Seguiu-se pelo alto da Tapada com breves incursões nuns quantos trilhos manhosos que por ali estão chegando-se à Rinchoa. atravessando algumas lamasDesceu-se ao Recoveiro para seguir para Pexilingais sempre com uma chuvinha a cair aqui ali como que a anunciar o lamaçal que nos esperava. Já nos trilhos descobrimos que não fomos os únicos com a mesma ideia pois cruzamo-nos com a primeira de muitas caravanas de TT´s que esgravataram os caminhos todos tendo que começar a inventar forma de os evitar. Descida até à Raposeira com as primeira travessias aquáticas com alguma lama para aconchegar e a grande subida até ao alto do monte que até abriu o pulmão. Recompostos agora sim aquela descida maluca até Cortegaça com toda a lama a que um BTTista tem direito. Nem imaginávamos, a alguns a bicla até se aguenta de pé sozinha (eu não entendo, passo nos mesmos sítios e nada… deve ser magia…) mas a muita lamamalta não desanimou e levou a coisa na boa (não me deram um ensaio de porrada, já não foi mau) e de pauzinhos na mão fizeram uma raspagem aos pneus que já nem rodavam tamanha era a quantidade de lama. Já em Cortegaça e de pneus raspados foi um dar ao pedal estrada fora até ao Fação valendo-nos das forças centrífugas para limpar o resto. Ainda traumatizados com a aventura mas com vontade de mais, nada como uma visita ao Vale da Cabrela para tirar as dúvidas, mas contornando algumas zonas que se previam mais lamacentas por estrada até Armés. Por caminhos mais ou menos higiénicos lá se chegou ao vale para a paragem para o lanche e para o boneco do grupo.
    foto de grupo
    Já lanchados, ficamos um bocadinho lixados quando na hora de partir, nova caravana de TT´s atravessando a ribeirao que anunciava um caminho bem esgravatado e que quase nos fez desistir do trilho, mas como há malucos para tudo, lá seguimos memo assim.
    Foi boa ideia pois estava melhor que o que esperávamos.subindo para a Godigana








    Atravessada a pequena ribeira lá estava a subida que nos levaria à Godigana em que todo tiveram que por os pés no chão pois para além da inclinação o piso escorregadio não dava hipótese. Chegados ao alto (cada um como pôde) fizemo-nos ao caminho de regresso sempre evitando o alcatrão bem como os lamaçais. Passou-se a Terrugem em direcção ao Ral para se fazerem os já nossos conhecidos caminhos de regresso via Cavaleira. Fez-se ainda um paragem para lavar as máquinas que bem mereciam dando por terminada a volta perto das Ir para o topo da página13h00 com ~35kms pedalados.

  • 6 de Janeiro 2008, mais vale tarde que nunca, por isso aqui segue mais uma crónica pela mão do nosso amigo Pedro Mourão.

    descendo as escadinhas "Por motivos de uma constipação mais forte, não pudemos contar com a companhia do nosso guia, mas teve presente no foto de grupocafezito habitual!
    Com o dia a ameaçar chuva, compareceram 11 bicicletantes para mais uma incursão à Serra, hoje com uma visita turística à Igreja de Sta. Maria, onde se fez o boneco do grupo. Passagem pelo Convento da Trindade, Fonte do Rio da Bica, Monte Sereno, ruínas da Igreja de São Pedro de Penaferrim, com visita local, depois, mirando as ruinas de alguma coisaseguimos pelos trilhos habituais até ao portão dos lagos para subirmos até aos Capuchos passando pelos trilhos da Tapada do Mouco, regressámos pela Tapada do Saldanha, para iniciarmos a descida pelo já célebre caminho das folhas que hoje se encontrava bastante empapado, “muita nhanha” mais uma visita local ao jardim do Palácio dos Seteais. Descemos a rua das no meio de umas coisas....Padarias, passámos junto ao Palácio Nacional com chegada ao Algueirão ás 12h20m com ~35km percorridos.
    Gostaría de dizer a todos que tive a honra de ser guia deste grupo fantástico no primeiro passeio do ano de 2008 e desejar a todos um ano cheio de pedaladas.
    Até para a semana já com a presença do nosso grande guia.
    Ir para o topo da página Bicicletando sempre."





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